Usando fotografia para apresentar um logo

Sabemos que boa parte de um projeto aprovado é de responsabilidade da apresentação, e quanto mais original, melhor. E original é você montar seus próprios cenários e estampar o logo neles.

Imagine você criando uma marca de pizzaria, não seria ideal apresentar a marca estampada em produtos e itens de uma pizzaria?

Um erro de muitos designers, na minha opinião, é que alguns apresentam projetos com imagens que não condizem com o mercado de atuação, por exemplo, por que um logo de fotografia precisa aparecer em um rótulo de vinho?

Com uma fácil busca no Adobe Stock você encontra embalagens, avental, chapéu, uniforme, mesa e muito mais itens para montar a apresentação, porém, você pode muito mais que apenas buscar. Você pode criar o cenário e ainda lucrar com isso.

Não é nada complicado, tire fotos do estabelecimento, faça a manipulação ou edição que achar necessário, aplique o logo e boom, não vai existir apresentação mais original que essa! Além disso, o cliente vai ter a sensação de que o projeto já está finalizado.

E pra lucrar com isso é muito mais fácil, designers do mundo todo fazem marcas de pizzaria, por exemplo, e muitos precisam apresentar seu projeto, claro que eles podem muito bem fazer o mesmo e criar seus próprios cenários, mas nem sempre será possível e eles vão fazer a busca que falei mais cedo e aí que seus cenários entram. Faça o upload deles no Adobe Stock e os deixe disponível para esses profissionais, seja um colaborador também, você ganha dinheiro com isso!

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Photoshop Conference 2018

Imagem – Erica Dal Bello – Grupo PhotoPro

Nos dias 21, 22 e 23 de maio, aconteceu na cidade de Campinas, interior de São Paulo, o maior evento de Photoshop de toda América Latina, a Photoshop Conference. Foram três dias de muitas técnicas, novidades e imersão total no aplicativo.  O evento contou com um time incrível de palestrantes, que trouxe temas sobre o mercado, interações de outros softwares, fotografia, softwares 3D e muitas dicas e truques incríveis de cada um dos instrutores.

As dicas são variam, são muitas maneiras de se extrair o máximo do software em relação a fluxo de trabalho, tempo médio para a execução de tarefas corriqueiras, qualidade do produto final e principalmente novas possibilidades não só no Photoshop em si, mas também dos softwares da Creative Cloud e aplicativos de dispositivos móveis da Adobe.

Algumas dessas interações puderam ser vistas no Key Note apresentado pelo representante da Adobe no evento, Paulinho Franqueira, que mostrou como outros softwares da suíte podem melhorar sua capacidade de criação de novas possibilidades de trabalho para o usuário.

Imagem – Erica Dal Bello – Grupo PhotoPro

Além de tudo isso, o relacionamento com outros participantes, que vêm de todos os cantos do país e até do mundo, podendo trocar experiências de precificação, conduta com clientes e fornecedores, e ainda criar uma rede de profissionais para futuros projetos. Incentivado pelo fundador do evento Alexandre Keese, esse network e a interação são alguns dos pontos mais importantes do evento e trazem aos participantes benefícios incríveis.

Imagem – Erica Dal Bello – Grupo PhotoPro

Foram 5 estúdios ao vivo, onde alguns instrutores mostraram todos os passos de planejamento, produção e claro pós produção de fusões, retoques de altíssimo nível, imagens híbridas e fluxos de trabalho.

O evento contou ainda com uma área de coffee break, onde os principais fornecedores da área estavam presentes. Adobe, como sempre, não pôde faltar. Com um Stand que trouxe todas as novidades da empresa e ainda suporte aos participantes do evento.

Três dias incríveis, cheios de muito conhecimento e técnicas, além de network e comemoração daqueles que têm o Photoshop não só como uma ferramenta de trabalho, mas sim, como uma paixão!

Imagem – Erica Dal Bello – Grupo PhotoPro

Até 2019 – www.photoshopconference.com.br

 

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

 

 

 

Exposição

Como conseguir uma exposição correta e como definir o modo de medição ideal para as suas imagens?

Fazer a leitura de uma luz nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque nossos olhos estão programados para se adequar a qualquer luz a que estivermos expostos. Dessa forma, antes de mais nada, devemos estar atentos a qual luz iremos trabalhar, para que assim possamos tomar as decisões corretas com relação à maneira como iremos usar os recursos do nosso equipamento para termos a imagem perfeita.

Sua câmera, mesmo que não seja uma super câmera, tem recursos para medir a luz a que está exposta, mas o que confunde a maioria dos fotógrafos é que geralmente as DSLR´s e as principais mirrorless que estão disponíveis no mercado, possuem mais de uma maneira de medir a luz. Na maioria dos casos, esses modos de medição são muito semelhantes de uma marca para outra.

De fato, o que muda de um modo para outro é a área do quadro que o fotometro irá medir e assim lhe dar a informação se a sua imagem está clara ou escura. Lembrando que as câmeras fotográficas buscam sempre a referência do Cinza Médio para suas medições. Há modos que medem o quadro todo, geralmente chamados de matricial, fazendo uma “média” de toda a área e se a “média” da sua imagem estiver mais escura que um cinza médio, sua câmera irá apontar que sua foto saíra escura e o inverso também é verdadeiro.

Por outro lado, existem modos que medem a partir de áreas menores ou até mesmo de um único ponto em todo o seu quadro, chamados de “ponderados com predefinição ao centro” ou “pontual”, que medem partes mais restritas de todo o seu quadro. Nesses modos, você deve apontar para o elemento que será a sua referência de medição para fazer a sua leitura.

Não existe um modo “mais profissional” que outro e sim, maneiras diferentes de se medir uma luz refletida para dentro de sua câmera. Porém o que acontece, é que somente conhecer os modos de medição não basta, é preciso entender a forma como cada um desses modos trabalha para que se possa aproveitar o melhor e assim conseguir melhores imagens.

A medição realizada pelo fotometro interno de sua câmera tem uma particularidade importante e explica muito das possibilidades de sua câmera errar ou não ser exata em suas medições. Isso porque a luz medida é sempre a luz refletida dos objetos e não a luz incidente, e faz com que a tonalidade de alguns objetos tenha influência direta na leitura.

Outro ponto é que você pode “enganar” a sua câmera e assim conseguir criar. Eu explico: para fazer uma silhueta, é importante pensar que se você usar a medição pontual e apontar o centro do seu quadro para o modelo, o que acontecerá é que a câmera irá lhe informar que sua foto estará escura e se assim você fizer a correção para que chegue em uma condição zero da sua régua de exposição, sua foto não terá o resultado pretendido, que seria a silhueta. Para isso, você terá que usar uma exposição onde a sua régua de exposição esteja em -3 pontos ou mais para conseguir o resultado pretendido. Claro que você também pode optar em mudar a área que está usando para fazer a sua medição e usar o céu como referência.

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

 

 

 

Tipos de Gestão de Marca

Branding é um processo para desenvolver e ampliar a fidelidade do cliente, aproveitando todas as oportunidade para expressar o porquê das pessoas escolherem aquela marca.

Existem alguns tipos que atendem cada setor do cenário, como por exemplo:

CoBranding
Que é a parceria de duas marcas para aumentar o alcance de ambas.

Digital Branding
Divulgação das estratégias na web, mídias sociais, a otimização do site (SEO) e impulsionamento pela internet.

Personal Branding
Esse é o modo que uma pessoa constrói sua reputação.

Marcas de Causa
Alinha sua marca com uma causa beneficente ou responsabilidade social.

Marcas de País
Os esforços que um país/nação faz para atrais turistas e empresas.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Desmistificando o Pathfinder

Se tem uma coisa que você já fez na sua vida de designer, essa coisa foi sair clicando no itens do Pathfinder para ter o resultado esperado, certo?

Então eu trouxe numerado e explicado o que o cada item da ferramenta faz, vamos lá?

Primeiro, vamos analisar a imagem do painel do Pathfinder:

1 – Unir
Ele une as partes e cria uma forma única

2 – Menos Frente
Ele elimina o elemento que está a frente, excluindo a intersecção

3 – Intersecção
Mantém a intersecção dos elementos e as configurações do elemento frontal

4 – Excluir
Aqui ele exclui a intersecção e cria uma única forma com o restante

5 – Dividir
Ele divide o elemento, incluindo a intersecção

6 e 7 – Aparar
Estes itens dividem e criam elementos com as partes visíveis da forma, ignorando a intercessão

8 – Intersecção
Mantém a intersecção dos elementos e as configurações do elemento traseiro

9 – Esboço
Mantém apenas o stroke dos elementos selecionados

10 – Menos verso
Elimina o elemento que está atrás, excluindo a intersecção

 

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

 

 

Adobe Portfolio Agora em Português!

Na Adobe, nós temos a importante missão de oferecer aos criativos as ferramentas e os serviços que eles precisam para fazer o melhor trabalho possível. Ao mesmo tempo, queremos capacitá-los a terem toda a exposição que merecem. O Adobe Portfolio, incluso em todos os planos da Adobe Creative Cloud, é o jeito mais fácil de construir um portfólio criativo incrível e mostrar tudo o que você faz de melhor.

O Adobe Portfolio facilita a criação de um site flexível para se encaixar em uma ampla variedade de estilos. Se você está apresentando suas fotografias, exibindo seu projeto de design gráfico ou suas ilustrações, o Portfolio pode ajudá-lo a mostrar seu trabalho. Integrações com o Lightroom, Behance e com a Creative Cloud ajudam seu site a ficar pronto e rodando em alguns cliques. Para customizar mais ainda seu site, você pode adicionar sua própria URL, fontes do Adobe Typekit, métricas aprofundadas e senha de proteção.

E agora, estamos felizes em anunciar que o Portfolio agora está disponível em português do Brasil!

Pronto para começar? Vá para myportfolio.com, faça o login com sua AdobeID e selecione o tema. Precisa de alguma inspiração? Veja como nossos membros estão usando o Portfolio na Galeria de Exemplos.

 

Dica de Ouro para Seu Fluxo de Trabalho

Durante todo o trabalho de um profissional que gerencia imagens, uma das maiores preocupações deveria ser o fluxo de trabalho. A sequência de passos necessários para se automatizar processos e tarefas do início da pré-produção de uma imagem até a entrega de um trabalho. Para isso temos alternativa seguras para conseguir garantir uma maior agilidade e ao mesmo tempo não corrermos o risco de perdermos informações e dados.

Dentro do fluxo de trabalho, um problema que enfrentamos, principalmente quando trabalhamos em ambientes externos, é a oscilação da luz, seja de luzes naturais como também de luzes artificiais, quando temos uma oscilação por conta das distâncias e poses de uma modelo. Uma mudança de ângulo, uma nuvem que passa naquele momento ou até mesmo uma parte diferente de sua locação, podem mudar o comportamento da luz. Isso gera um tempo muito grande para a equalização dessas luzes nas diferentes imagens.

Para isso, temos um recurso disponível no Lightroom CC que lhe ajudará a resolver essa diferença na exposição de suas imagens. “Corresponder Total de Exposição” é um recurso, muito pouco conhecido e que tem um resultado surpreendente.

Basta que sejam selecionadas as imagens nas quais sejam necessários os ajustes de equalização de exposição, em seguida, coloca-se em destaque a imagem que tem a exposição correta ou pretendida. Você faz isso dando um único clique na imagem a qual você julga ter a exposição correta, assim, selecione a opção “corresponder total de exposições” no menu configurações (Atalho Ctrl + Alt + Shift + M).

Pronto! A informação de exposição dessa imagem irá passar por todas as imagens que estão selecionadas.

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

6 Dicas de Kerning para Seus Logos

1 – Tenha duas versões de tipografias
Ajuda os clientes a verem o seu trabalho em diferentes cenários.

2- Letras inclinadas são ‘diferentonas’
Letras como A, V, Y, W merecem uma atenção melhor e tem muito espaço negativo, fazendo com que o kerning delas seja um pouco menor.

3 – Não crie um kerning todo
Faça sempre o Kerning de cada letra.

4 – Depois crie grupos com três letras
Ver a palavra como um todo vai fazer você perder detalhes importantes.

5 – O espaço entre as palavras é diferente
Aqui não tem regra fixa. O kerning entre as letras vai ser um pouco diferente do das palavras, mas não pense em usar regra de dobro, triplo ou qualquer uma, a única regra é: consiga distinguir uma palavra da outra.

6 – Vire sua palavra de ponta cabeça
Isso quebra os apegos familiares que você tem do trabalho feito.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

6 Princípios de Um Bom Design

1 – Inovação
O popular pensar “fora da caixa” nunca foi tão importante. Nesse mercado competitivo, reinventar a roda é a melhor saída.

2 – Esclarecedor
O seu design precisa dispensar explicações do funcionamento do produto, empresa.

3 – Honestidade
Fale sempre a verdade sobre o seu produto e o primeiro jeito de fazer isso é com um design que fala o real objetivo dele.

4 – Durabilidade
O design que dura anos não se prende ao modismo e nem é afetado com o passar do tempo.

5 – Detalhista
Nada é deixado por acaso. Um espaço negativo, um pixel a mais, uma inclinação, rotação…tudo isso fortalece o design.

6 – Estética
Não só de funcionalidade vive o design, além disso ele precisa ser esteticamente agradável, bonito.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Movimento

A representação de movimento em uma imagem pode ser representada de algumas formas, vamos ver nesse post algumas das principais maneiras. Colocar pessoas em situações onde o movimento parece óbvio é uma boa maneira.


Atletas corredores, ciclistas e motoristas darão a impressão ao espectador de que a cena está em plena ação e dependendo das posições e enquadramentos, dará a impressão de maior ou menor velocidade.

Outra maneira seria usar os recursos de baixa velocidade de sua câmera fotográfica para dar rastros em uma cena, dando ao espectador a real impressão de que a imagem está em movimento.

Nesta imagem, por exemplo, o autor, que provavelmente está em um veículo como um trem, usou o recurso de controlar a velocidade da câmera fotográfica para poder deixar os rastros dos pontos luminosos e conseguir então esse efeito.

Já neste caso, a câmera está parada e quem está em movimentos são os carros que passam em uma avenida ou estrada. Como o tempo de exposição da imagem é relativamente longa os rastros dos pontos luminosos são registrados pelo sensor da câmera, mas o carro, por não ser um ponto luminoso, não é registrado.

Agora divirta-se, seja colocando as pessoas ou objetos em uma ação que dê ao expectador a ideia de ação, ou criando efeitos borrados causados pelas baixas velocidades de sua câmera fotográfica.

Usar recursos de desfoques no processo de pós produção dentro do Photoshop também pode ser uma alternativa para a ideia de movimento.

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Artigo por Rodrigo de Magalhães