Presos no Limbo: Vida e arte em um mundo intermediário

 

A arte reflete as alegrias e as ansiedades dos tempos, então decidimos nos perguntar o que os artistas millennials têm para nos dizer. Sabemos que eles atingem a maioridade em um mundo politicamente carregado e economicamente incerto. E, como as gerações anteriores, eles querem evitar os erros cometidos por seus pais e avós e mudar o mundo. Mas em uma era de política em rápido movimento e tecnologia de evolução ainda mais rápida, como os millennials deixarão suas marcas?

Vivendo no limbo

Assim que os millennials começaram a crescer, a economia afundou, então suas experiências como adultos até agora são caracterizadas – mais do que qualquer coisa – por uma sensação de incerteza. O New York Times os chamou de “uma geração no limbo”, esperando que a economia se estabilize novamente. Na Inglaterra, o sentimento de incerteza de carreira e financeira tornou-se ainda mais intenso com o voto Brexit do ano passado, quando as gerações mais velhas derrubaram uma forte preferência dos millennials de ficar com a UE.

Enquanto eles esperam que suas perspectivas de carreira melhorem, muitos jovens estão se preparando para empregos sem muito caminho a seguir, vivendo com seus pais e levando mais tempo do que as gerações passadas para alcançar a estabilidade financeira. Quando o The New York Times conversou com jovens estudantes da faculdade sobre a situação, Amy Klein contou-lhes como seus companheiros de classe de Harvard estavam lidando com isso. “Eles estão pensando mais em termos de criar seus próprios tipos de vida que os interessa, ao invés de seguir uma idéia convencional de sucesso e segurança no emprego”, explicou.

Para Amy, isso significou juntar-se a uma banda de punk rock. Para outros significa ser voluntário para encontrar um trabalho significativo, ou explorar seus talentos artísticos. Esperamos que este seja o lado bom das coisas – que millennials com o tempo e a inclinação para cultivar sua criatividade e encontrar suas vozes levem o mundo da arte para novas e inesperadas direções.

Refletindo um zeitgeist fraturado

Claro, encontrar a sua voz não é fácil, e estes são tempos complicados. Considere Eric Yahnkers, cuja arte se baseia na cultura pop para fazer perguntas deliberadamente desconfortáveis ​​sobre racismo, sexismo e elitismo. Eric falou recentemente com a Vice sobre o trabalho dele e o quão difícil é para os millennials e para os da geração X navegarem seus lugares em um momento politicamente carregado:

“O meu trabalho recente centra-se no atual momento neo-progressista sociopolítico, talvez, mais especificamente, um grupo de millennials predominantemente brancos, educados, de classe média a média alta e pessoas da geração X, presos em um limbo confuso de querer juntar-se à batalha pela reforma social e  igualdade, enquanto tentam desesperadamente se livrar do estigma de seus próprios privilégios percebidos e laços ancestrais com uma conduta assustadora. É uma negociação interna que muitas vezes leva a conflitos excessivos de excesso de compensação e ignorância e discriminação inadvertidas “, diz ele.

Em sua arte, Yahnkers coloca ícones populares de cultura pop no contexto dos debates políticos atuais. Por exemplo, seu desenho “Purple Lives Matter” é uma imagem de Prince, montado em uma motocicleta, vestindo seu terno de veludo roxo e seu olhar familiar e misterioso, mas dos dois lados estão policiais segurando-o na mira de armas

“Esta peça foi uma que me deixou um pouco desconfortável”, disse Eric à Vice. “A peça, obviamente, aborda o paradigma “As Vidas dos Negros é Importante” versus “Todas as Vidas são Importantes “, que se tornou um símbolo para identificar detratores da causa, intolerantes abertamente ou enrustidos … O Prince é a tonalidade perfeita de roxo para firmar a mensagem no espaço confuso entre empoderamento e ignorância “.

Se for desconfortável, vire de cabeça para baixo

Entre as tendências criativas que estamos vendo está a recusa dos millennials em deixar o status quo ser inquestionável. Pegue, por exemplo, o novo aplicativo Beme, que permite aos usuários capturar e publicar vídeos curtos – mas eles não podem revisar ou editar os vídeos antes de ficarem públicos. Faz parte de um movimento maior para desconstruir o mundo super crítico da mídia social. Segundo o criador do Beme, Casey Neistat, “a verdade é muito mais interessante do que a ficção a que nos acostumamos”.

Na mesma linha, o Wanted Design criou recentemente uma instalação de arte pop-up, DataCafé.biz, para questionar nosso relacionamento com nossos dados pessoais. Em vez de aceitar que as corporações coletem e vendam informações sobre nós, o Data Café destaca a transação parodiando uma doação de sangue. Os usuários recebem acesso à internet e biscoitos em troca de seus dados, juntamente com um adesivo provocativo que diz: “Eu dei dados hoje”.

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Coleção em Destaque: Retratos Feitos à Mão pelo Foto Sushi

“Uma das percepções negativas a respeito da fotografia stock é que as expressões são desajeitadas ou bobas e inutilizáveis para um designer” diz Jon Anderson, fundador do Foto Sushi. É uma frustração para os designers do mundo todo, inclusive para ele.

Os designers geralmente recebem pedidos de várias versões de um design, seja um banner de divulgação ou uma campanha impressa. Para ter uma aparência coesa, eles precisam de várias imagens de um grupo diverso de pessoas com expressões naturais, com a mesma iluminação e no mesmo estilo de fotografia.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Em seus muitos anos de propaganda e direção criativa e de arte, Jon sempre ficava insatisfeito com a falta de qualidade profissional nas imagens de pessoas que estavam disponíveis nos meios stock. “Existe uma discrepância entre o que as empresas de stock disponibilizam e o que os diretores de arte precisam”, explica Jon. Fotógrafos e curadores abordam as imagens e formas completamente diferentes e, no final, os designers que adquirem essas imagens é que sofrem.

O Foto Sushi nasceu dessa frustração. Jon fundou a agência com o mote “Tratemos nossos parceiros criativos como queremos ser tratados” e criou uma biblioteca de imagens que colocam o designer em primeiro lugar. Como diz o Diretor de Operações Matt Payne, “é sobre oferecer ao designer ferramentas que são fáceis de manipular, ajustar e trabalhar”.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Para suas coleções de retratos, a equipe determinou cinco expressões básicas, indo de um sorriso confiante até uma risada orgulhosa. No set, os modelos são encorajados a criar suas próprias expressões, o que os ajuda a relaxar e geralmente cria imagens mais autênticas. Apesar dos modelos do Foto Sushi variarem em idade, antecedentes e indumentária, o que eles têm em comum é a autenticidade, retoques menos invasivos e uma composição equilibrada e bem iluminada.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Matt assemelha essas imagens a sushis: “Como uma peça de sushi, nossas fotos são cuidadosamente criadas e preparadas para o usuário final. Ao mesmo tempo, um sushi roll pode ser comparado a um set, assim como nossas expressões” Da mesma forma que uma pessoa faminta se acende quando um pedaço de nigiri feito à mão é colocado à sua frente, os designers se encantam pela seleção de retratos belos e meticulosamente produzidos pelo Foto Sushi.

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Sem luz não há fotografia

A luz é muito importante para o fotógrafo, ajuda a capturar as mais belas paisagens, mas se usada de forma errada, pode muito bem ser um desastre, infelizmente.

Existem alguns tipos de luzes, e o fotógrafo pode muito bem explorá-los para criar e capturar fotos alcançando seu objetivo.

Luz Natural
O Sol, nossa luz natural, pode provocar diferentes tons durante o dia, por exemplo, no amanhecer e no entardecer ele provoca tons quentes (vermelho e laranja). Isso ajuda com o contraste, que não será grande, muito favorável para fotos de paisagens, pôr do sol e o nascer.

A luz natural nos proporciona mais três tipos, a suave, dura e difusa.

A luz suave traz a ideia de fragilidade e delicadeza, também realça os tons claros da pele. A luz dura (maior fonte de luz) pode deixar as fotos esbranquiçadas, mas ajuda quando é precisa dar foco em algo. A difusa é causada pelo nublado do céu, criando assim sombras.

Luz Artificial
Essa traz tons quase predefinidos, as luzes caseiras deixam um amarelado, as fluorescentes, um esverdeado. Já os faróis de carros e postes trazem diferentes intensidades.

O flash deve receber um cuidado, pois quanto mais próximo, mais luz dura e isso resulta em mais pontos brilhantes.

Há também a luz contínua, que não deixa de ser uma luz artificial, mas é um dos equipamentos mais importantes para a fotografia. Ela garante que os ambientes permaneçam iluminados, trazendo assim um melhor resultado. Essa luz costuma ser branca e justamente por isso pode garantir uma iluminação adequada o suficiente.

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Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Um efeito grain para suas ilustrações

Citar efeitos ou estilos de ilustrações aqui seria o mesmo que listar os episódios dos Simpsons, uma lista imensa cheia da sublistas.

Mas podemos falar um pouco de um efeito que está chamando a atenção no Behance, o Grain (um tipo de textura granulada).

 

E no Illustrator, é muito fácil de fazer só seguir estes passos:

1 – Neste caso, vou utilizar uma ilustração sólida encontrada no Adobe Stock.

2 – Ela está dividida em duas parte, cabeça e corpo do gatinho, cada parte deve receber um gradiente, assim:

Ah e não esqueça de fazer uma cópia do objeto sólido, =).

3 – Agora o efeito em si. Com uma das partes selecionadas, vá até Effect > Texture > Grain.
Você será direcionado a uma tela como essa:

4 – Ajuste o efeito com as ferramentas do canto superior direito. E certifique-se que o tipo de Grain seja o Stippled

5 – Agora repita o passo 3 e 4 para as partes do seu objeto que receberão o efeito. O resultado deve ser semelhante a este:

6 – Sobreponha o objeto sólido, já colorido, com o efeito Grain. A transparência do tipo Color Brum vai deixar um efeito mais aplicado.

7 – Efeito pronto! Agora é brincar com novos objetos e criar uma ilustração única =)

 

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Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Era uma vez: O Segredos de Como Contar Histórias de Forma Digital

Estamos pensando sobre o poder das fotografias, ilustrações e vídeos pequenos para contar histórias, e como as pessoas podem contar narrativas que capturam a imaginação num espectador digital com uma atenção cada vez seletiva e baixa.

Este mês estamos com fotos, ilustrações e vídeos na cabeça que são muito mais do que só bonitos – eles contam uma história. Narrativas digitais rápidas têm chamado atenção nas nossas vidas cada vez mais saturadas com a mídia, e existem mais meios do que nunca de se contar histórias pessoais e compartilhá-las online.

Mas também há muita informação competindo pela nossa atenção. Isso nos fez perguntar: o que separa o que vemos rapidamente das imagens que nos chamam a atenção, mexem com a nossa curiosidade, capturam nosso olhar e nos impulsionam a passar a história adiante?

A Arte Atemporal de uma Boa História

Para saber mais sobre o que faz uma história digital boa, conversamos com dois dos nossos experts em contar histórias, Brian Nemhauser, diretor de gerenciamento de produto e Ben Matthews, diretor de design. Ben e Brian trabalham com o Adobe Spark, um app gratuito de design gráfico que dá a qualquer um a habilidade de contar histórias criando posts, páginas web e vídeos rapidamente, com uma ajuda básica do design embutida no app.

De acordo com Ben, contar uma história no meio da era digital tem muito a ver com como nos comunicamos ao longo das eras. “As histórias estão aí há centenas de milhares de anos e o poder delas sempre esteve em como elas são contadas e no quão frequentemente são recontadas. Mesmo que a mídia social esteja presente a menos tempo nas nossas vidas, ainda é uma realidade. Quanto mais forte a nossa história – quanto mais visual e mais impactante e quando mais ela é compartilhada e consumida – mais a sua mensagem se espalha.”

Mas hoje é menos provável recontar histórias ancestrais ao redor de uma fogueira do que compartilhar uma imagem ou vídeo viral. Isso significa que existem algumas novas regras que fazem uma história ser atraente. “Primeiro você precisa ser notado, e a forma de fazer isso é visualmente, seja com movimento ou cor ou imagética. De um ponto de vista prático, esse é o primeiro passo”, diz Brian. “A partir daí, você precisa contar uma história. As pessoas se lembram de uma mensagem quando é passada como uma história.”

Boas histórias, não importa como são passadas, capturam as pessoas com um elemento emocional. “Se você está tentando fazer uma conexão pessoal na sua história, use imagens de pessoas. Tanta emoção pode ser passada em uma foto…” – diz Ben. “Depois, ilustrações e ícones ajudam a reforçar ideias e o áudio pode adicionar um elemento extra para costurar tudo.”

Também é importante ser conciso. As pessoas estão sobrecarregadas de informação nos dias de hoje, então, quanto mais rápido você contar sua história, mais pessoas você vai atingir.

A linha de tempo importa também. “É como uma comédia” – diz Brian. “O momento é tudo. Se você quer que algo seja entendido e passado adiante, você precisa lançar sua história no momento certo.” Se a história que você quer contar é sobre política ou sobre um eclipse ou um desastre natural ou sobre o primeiro dia de uma criança na escola, você precisa lançar sua história dentro de horas; não dias ou semanas.

 

O Vídeo como uma tendência em contar histórias digitais

De acordo com Brian e Ben, o vídeo tem se tornado rapidamente um dos mais engajadores tipos de conteúdo, especialmente com o autoplay em mídias sociais. “É um meio que permite o movimento”, diz Ben, “e é uma forma natural de contar uma narrativa.”

As pessoas têm integrado vídeos como plano de fundo, como água em movimento, para criar um clima para histórias que são contadas através de texto ou som. E, já que o vídeo é mudo em feeds sociais, mais designers estão colocando texto sobre vídeo.

Seja honesto e ousado

“Uma das coisas principais quando se trata de contar uma história com que as pessoas vão se importar é ser autêntico”, diz Brian. “Eu acho que passamos do tempo da cópia de marketing. Se você não acredita no que está escrevendo ou dizendo, as pessoas vão saber e não vão querer ouvir.”

Mas não se trata apenas de ser honesto. Você também tem que ser ousado. “É preciso ter coragem para contar uma história”, diz Brian. “Qualquer história pode falhar. Podem fazer chacota dela se acharem que não interessa. Você não pode deixar que isso te impeça de jogar sua história no mundo.”

Felizes para Sempre

Se você está pensando em como contar uma história de forma digital, continue seguindo nosso blog. Saiba como ser um ótimo fotógrafo Stock e faça parte no nosso banco de imagens Adobe Stock.

Regra dos terços ou Golden Ratio?

Primeiro vamos afirmar: são duas regras diferentes.

Regra dos Terços: Linhas imaginárias, horizontais e verticais, que dividem a imagem em 9 partes iguais. Quatro linhas que formam quatro pontos, pontos esses que devem ser os pontos focais, ou seja, seus objetos devem ser tocados por estes pontos.

Usada desde fotógrafos amadores a profissionais, a regra dos terços serve para evitar composições centralizadas, muitas vezes monótonas.

Golden Ratio: Sim, a famosa proporção áurea. Ela também divide a composição em 9 partes, mas não todas iguais. O centro é mais curto que as partas laterais, isso ocorre devido ao retângulo áureo. Seus objetos também devem ser tocados por estes pontos.

Essa regra, para muitos profissionais, cria imagens mais harmônicas.

Ah, por mais que isso sejam regras, em alguns caso você vai precisar quebrá-las. 😉

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Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo

Entrando na Terceira Dimensão

Estamos de olho nos artistas que estão abraçando o design 3D e como eles o estão usando, os designers por trás dos ativos 3D e o futuro dessas ferramentas.

Temos pensado nesses artistas que lidam com essa dimensão extra. Estamos com o 3D na cabeça por dois grandes motivos: novas ferramenta criativas estão abrindo a tecnologia 3D para qualquer um que queira experimentar; e mais e mais designers 2D e marcas estão se abrindo para o que o 3D pode fazer agora e no futuro não tão distante.

Mesmo que você não tenha percebido ao olhar, existem muitas chances de você já ter se deparado com designs 3D. Veja por exemplo as propagandas de carros: a maioria delas é criada hoje com ferramentas 3D que combinam modelos 3D com 2D e gráficos 3D para dar um visual realista a cenas que nunca de fato existiram no mundo real. A Ikea é outra marca que adotou o 3D cedo. A maior parte do seu catálogo é hoje gerada em computador e eles perceberam que o próximo passo é se tornar completamente virtual.

De acordo com Chantel Benson, gerente de produto da Adobe e veterana na indústria 3D, usar o 3D traz muitos benefícios. Além de salvar as indústrias automobilísticas de sessões de fotos e locações caras, o 3D abre possibilidades futuras. Veja a Ikea: “Eles se lançaram nessa tendência porque trabalhar com modelos 3D dá a eles a habilidade de usar conteúdo não apenas para marketing 2D estático, como websites – o mesmo tratamento dado às cadeiras, xícaras ou janelas pode também ser usado para experiências de compras imersivas.”

Migrando para o 3D 

Então, quem mais está se lançando no design 3D? Alguns daqueles que o adotaram de cara incluem designers gráficos trabalhando com branding, usando ferramentas 3D para visualizar a imagem de um logo ou design de embalagens de uma garrafa ou caixa. Os designers também estão abraçando essas ferramentas para criar infográficos, além dos artistas digitais que exploram o lado criativo do design 3D.

O designer gráfico Michael Dolan experimentou o design 3D pelo bem das artes, bem como pelo bem dos clientes. “É sempre divertido sair do trabalho e apenas criar. Eu vejo algo inspirador e digo “acho que vou criar isso também”, diz Michael. “Eu também uso o 3D para projetos comerciais. É muito útil para mockups de telefones e dispositivos em cima de uma mesa. Eu compro imagens e jogo os UIs dos apps. Você faz uma foto de uma mesa e joga um dispositivo em cima dela.”

O quão difícil é migrar para o design 3D se o seu histórico é com o 2D?  Perguntamos a Chantel, que trabalha com a equipe do Adobe Dimension, que cria ferramentas para designers que não são experts em 3D, mas querem criar cenas realísticas com 3D e 2D, fotos de produtos e arte abstrata. Ela nos contou que enquanto a transição pode ser intimidadora, as aptidões dos designers 2D se transferem muito bem e até dão a eles um gatilho inicial.

“Eu digo aos designers que eles já pensam em 3D, porque eles são muito antenados em como as imagens parecem ou como deveriam parecer! Eles intuitivamente sabem se a sombra ou iluminação não se encaixam perfeitamente ou se os valores de cor estão errados.” – diz Chantel. “ Os designer são experts em detectar erros em composições 2D porque todos enfrentam os mesmo desafios quando combinam múltiplas imagens chapadas. Como criar sombras para essas imagens? Como encontrar fotos que se encontram na mesma posição? Trabalhar em um aplicativo como o Dimension livra o designer desse desafio e deixa que ele foque em posicionamento, iluminação, luz e sombra, invés de dominar truques para fazer parecer que algo está em um determinado ângulo”.

Para onde o 3D irá em seguida?

Trabalhar com o Dimension dá a Chantel a oportunidade de rastrear como as pessoas estão usando as ferramentas 3D e ela tem ficado surpresa com o quão rápido o trabalho tem se desenvolvido. “Tem sido muito gratificante ver o conteúdo que vem sendo criado. Ao longo do último ano, enquanto a ferramenta Dimension veio se expandindo, a variedade e profundidade de imagens criadas com o app cresceu também” – ela diz.

Olhando para o futuro, Chantel imagina um grande crescimento no design 3D, incluindo experiências mais imersivas como o Pokémon Go e o Augment para Salesforce. “Já está começando com a realidade aumentada se tornando parte de como navegamos com nossos telefones ou interagimos com nosso IP favorito.”

 

Seja você também um contribuidor de ativos 3D para nosso banco de imagens Adobe Stock.

 

Adobe Stock Vídeo: Novidades do nosso último ano

2017 foi um ano incrivelmente excitante para a plataforma vídeo, com a produção e o consumo de conteúdo de vídeo mais alto de todos os tempos. Estudos Nielsen relatam que pelo menos 54% da população em geral assistiu a um vídeo curto nos últimos três meses. Só o YouTube possui mais de um bilhão de usuários, o que representa quase um terço do total de pessoas na internet, e coletivamente, eles estão consumindo mais de 500 milhões de horas de vídeo todos os dias.

A plataforma vídeo não é apenas um espaço para criadores de conteúdos, ele está também se tornando prioridade para marketeiros e publicitários, e o mercado de publicidade está esperando ainda uma expansão de 20% nessa área em 2018.

O time da Adobe Stock tem se focado na entrega de produtos e serviços para ajudar os criativos com esse boom da demanda de vídeos. Chegamos a um novo marco de 5 milhões de clipes em nossa coleção de vídeos, estabelecemos novas parcerias, introduzimos uma integração do Premiere Pro CC para nossos colaboradores e lançamos um novo tipo de conteúdo. Aqui estão alguns dos destaques de 2017 no Stock vídeo:

Novas Metas e Parcerias

Em abril nós anunciamos a nossa parceria com o provedor líder de videos Pond5 para incorporar a sua ampla coleção de clipes de filmagem no Adobe Stock. Agora, nossos clientes têm acesso a esses clipes diretamente de seus aplicativos favoritos da Adobe, incluindo Premiere Pro CC e After Effects CC. Com essa coleção da Pond5 encontrar o clipe correto no Adobe Stock será mais fácil do que nunca. Hoje, nossa biblioteca contém 5 milhões de clipes com mais de 1,5 milhão deles em 4k, e continuaremos a construir e aumentar a nossa coleção em 2018. Com milhares de clipes chegando todos os dias, você não terá problemas em encontrar as últimas tendências em vídeos no Adobe Stock.

Templates de Motion Graphics

Na Adobe nos orgulhamos de criar as melhores ferramentas para facilitar a vida dos criativos. Isso significa estar profundamente conectado às necessidades da nossa comunidade. Quando vimos a necessidade de ativos comerciais de alta qualidade, lançamos a coleção Premium. Quando vimos a crescente importância do design 3D para designers 2D, lançamos recursos em 3D integrados ao Adobe Dimension. E quando vimos a necessidade de gráficos e animações de filmes de qualidade profissional para vídeos, introduzimos os templates de Motion Graphics.

Criados pelos principais artistas de motion graphics no mundo, esses títulos, transições, animações e muito mais, são personalizáveis ​​diretamente no Premiere Pro CC para uma edição mais rápida e eficiente. Juntos com a nossa extensa coleção de clipes, esses templates têm o objetivo de levar a criação de conteúdo para um nível muito superior.

Novidades sobre os Colaboradores

Temos uma diversa comunidade de colaboradores ao redor do mundo e todo o nosso conteúdo advém dessa talentosa rede. Nossa integração dentro do Premiere Pro CC permite aos nossos colaboradores fazerem o upload diretamente do app do portal do colaborador do Adobe Stock, facilitando o processo e reduzindo o tempo até a venda do material.

Nós também estamos aceitando videos curtos e longos, logo, os nossos colaboradores têm mais flexibilidade em relação ao conteúdo que querem submeter ao Adobe Stock. Para saber mais sobre as últimas novidades e dicas para submeter o seu material e como ganhar mais com os seus vídeos, visite a nossa página de Dicas e Suporte.

À medida em que o mercado de vídeos continua a crescer nos próximos anos, esperamos melhorar as nossas ferramentas, construir grandes coleções e estabelecer o Adobe Stock como o melhor destino para encontrar um conteúdo de vídeo único, envolvente e de alta qualidade.

Seja você também um contribuidor de vídeos Adobe Stock!

 

Através Dos Olhos Do Mundo: A Previsão de Tendências Visuais Para 2018 Da Adobe Stock

Com 2018 começando, a equipe da Adobe Stock já está de olho no que está por vir. Temos seguido as discussões sobre artes visuais pelo mundo, desde apresentações e galerias, até campanhas de marcas, e nossa própria coleção de imagens, para reunir uma lista das maiores tendências visuais para ficar atento(a) neste ano.

Nossa previsão de tendências visa dar às marcas e aos artistas uma ideia do que tem chamado a atenção dos consumidores em um mundo que muda tão rapidamente. “Como artista, especialmente, é fácil sentir-se isolado no seu trabalho. Tendências podem te dar confiança, e dados, sobre onde o interesse está crescendo e o porquê”, explica Brenda Milis, Chefe de Serviços Criativos e Tendências Visuais na Adobe. “Para artistas, e também marcas, tendências são uma ferramenta imprescindível. São um olhar sobre onde estamos como cultura, e como mundo, para que se possa realmente entender o que faz uma imagem ressoar”.

Aí vai uma primeira olhada nas tendências que estamos prevendo para 2018:

Silêncio e Isolamento

A medida que começamos um novo ano, estamos focando na importância da renovação e da reflexão. Em nosso mundo, com interações digitais constantes e esmagadoras, pesquisas sugerem que o silêncio é uma das ferramentas de produtividade menos valorizadas. No entanto, o barulho incessante do dia-a-dia, só intensifica nosso desejo por paz e isolamento. Para considerar como esta tendência está impactando o cenário visual, vamos explorar imagens que respondem ao nosso desejo por quietude e contemplação, e vamos conversar com artistas que conseguem extrair inspiração criativa da solidão.

BLEND IMAGES / ADOBE STOCK

Veja imagens de Silêncio e Isolamento no Adobe Stock.

O Eu Fluido

A própria ideia de identidade está mudando, e artistas estão trabalhando para representar as novas maneiras como nos percebemos. “A identidade é muito menos permanente e estável do que costumava ser”, explica Brenda. “Apenas considere o fato que o Facebook agora tem 71 opções de gênero. Existem infinitas permutações da identidade individual. Há alguns anos atrás, pessoas falavam sobre raça, etnia, e então tipo físico, habilidades e idade. Agora, estamos observando o Eu Fluido – a identidade como uma gama vasta e mutável de ideias que devem ser celebradas”. Ao examinarmos esta tendência, consideraremos como as marcas estão adaptando-se às definições emergentes do eu, e conversaremos com artistas cujo trabalho está contribuindo para eliminar algumas das maiores lacunas de representatividade.

HILDE ATALANTA / ADOBE STOCK

Veja imagens do Eu Fluido no Adobe Stock.

Multilocalismo

As viagens e a tecnologia estão transformando o mundo em um lugar menor, fazendo com que nos tornemos uma única cidade global, interconectada. As pessoas estão priorizando exploração e experiências em vez de posses materiais, dissipando as fronteiras entre negócios e aventura quando viajam a trabalho e expondo um anseio por experiências autênticas. Marcas estão tentando acompanhar, com a esperança de alcançar consumidores tanto como cidadãos locais quanto globais. Ao considerar esta tendência, exploraremos como artistas e marcas estão abraçando um mosaico de experiências culturais, e abordando esta reforçada conscientização global dos consumidores.

CAVAN IMAGES / ADOBE STOCK

Veja imagens de Multilocalismo no Adobe Stock.

Realidade Criativa

Momentos conturbados sempre deixam sua marca no mundo da arte. “Estamos vivendo em uma época em que há tanta incerteza, tanta coisa em movimento. Muitas pessoas estão tornando-se politicamente ativas, mas também há um tipo de criatividade que vislumbra o escape”, explica Brenda. “Estamos vendo mundos idealizados, alternativos – eles são exuberantes, tropicais, quase utópicos. Há uma reverência pelo mundo natural, mas com uma intensidade, uma reviravolta quase psicodélica. Estes artistas estão clamando para que consideremos o que é belo, e o que é vivo”. Ao mergulhar neste tema, conversaremos com artistas criando mundos de fantasia com texturas excêntricas e experiências hipersensoriais, unindo natureza e a imaginação humana.

WOLTERKE / ADOBE STOCK

Veja imagens de Realidade Criativa no Adobe Stock.

História e Memória

Em tempos incertos, olhamos o passado em busca de fundamentação e significância. Estamos observando enquanto um grupo de artistas e marcas busca inspiração nas artes clássicas, trabalha para preservar e celebrar o que é preciso do passado, e constrói pontes entre técnicas do velho mundo e tecnologias do novo. Conversaremos com artistas sobre o interesse restabelecido em história como fonte de inspiração e como eles combinam o velho e o novo para unir essa conversa cultural.

ELENA IV-SKAYA / ADOBE STOCK

Veja mais imagens de História e Memória no Adobe Stock.

Toque e Tatilidade

Nossos dias estão cada vez mais moldados por telas e dispositivos em vez interações táteis, do mundo real. “Para compensar essa perda, estamos vendo um esforço incrível dos artistas em direção a conexão literal, o toque real e a estar na mesma sala com alguém de verdade”, conta Brenda. “Isso está em todas as partes – pense na tendência em comprar tênis de pano. É um convite à experiência sensorial. As pessoas estão respondendo a qualquer coisa que tenha a ver com contato direto. No mundo visual, isso tem tudo a ver com demonstrar conexões, seja através de imagens com texturas mais ricas ou pessoas olhando diretamente para a câmera para criar um momento pessoal, firme com o expectador”. Observaremos imagens que nos convidem a conectar-nos, e conversaremos com artistas sobre como eles capturam textura e toque em suas imagens.

ROOM THE AGENCY / ADOBE STOCK

Veja imagens de Toque e Tatilidade no Adobe Stock.

 Junte-se a Nós Enquanto Desvendamos 2018

Siga-nos no Blog Creative Cloud em 2018 a medida que olhamos mais de perto cada uma destas tendências, consideramos o contexto global mais amplo onde elas estão se desenvolvendo, e conversamos com criadores de imagens e designers que estão moldando nosso mundo visual.

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Segredos de como contar uma história com apenas uma imagem

Conversamos com um ilustrador e fotógrafo sobre como contar uma história com apenas uma imagem. 

Todas as imagens contam uma história, mas algumas nos envolvem mais do que outras. Elas nos fazem pensar no que acabou de acontecer de engraçado ou devastador ou nos faz perguntar o que acontecerá em seguida. Este mês, nos perguntamos como os artistas contam uma história inteira em apenas uma imagem. Portanto, entramos em contato com um casal de experts: o artista de posters de filmes Kyle Lambert e a fotógrafa Alina Schessler.

Contando uma história sem um final

Para o trabalho de Kyle nos pôsteres de filmes, o truque é capturar apenas o suficiente da história para deixar os espectadores intrigados, sem dar spoilers. “Quando eu criei o poster de Stranger Things, disse Kyle, havia um elemento importante que não podíamos revelar – o monstro – então, brincamos criando uma essência misteriosa que dá uma atmosfera do gênero de terror, sem relevar o que o terror vai ser.”

O primeiro passo de Kyle em um projeto novo é compreender a história e começar a rabiscar. “Neste estágio, a ênfase é em tentar resolver o problema visualmente. É o caso de descobrir quais elementos eu deveria incluir e o melhor lugar para inseri-los na composição, para que as pessoas possam entendê lo de uma vez só. Você tem apenas um segundo da atenção para passar uma ideia, então o principal é clareza e simplicidade.”

 

Existem muitas formas de abordar o problema. Ele pode ser trabalhado de forma simbólica, diz Kyle, como um sapato representando a Cinderela. Em outros momentos, ele pode ser mais literal, trazendo os personagens principais, o ambiente e até mesmo uma sequência de ação completa.“Você precisa descobrir o quão fundo você quer ir em um arco da história. Então, se houver um final assustador, você pode querer dar uma dica disso, sem explicar literalmente.”

O tom também ajuda a contar a história e, nessa parte, a cor é fundamental. O Sci-fi usa muito os azuis, enquanto comédias românticas usam paletas mais quentes. “Você pode olhar rapidamente para uma peça e, apenas através das cores, saber algo sobre ela. Mas, como um artista, você também pode querer explorar algo fresco e excitante, para criar  uma imagem única, sem se ater a essas restrições.”

Encontrando a história nas Imagens Stock

Embora o trabalho de Kyle geralmente não utilize imagens stock, ele acabou de terminar um projeto para nós – uma cena de conto de fadas repleta de histórias esperando para serem contadas, mas criada inteiramente com imagens stock. Para o projeto, ele usou iluminação quente e cores que evocam uma sensação de magia, e incluiu elementos retirados de temas dos principais contos de fadas.

Fotografando a história de uma vida

A fotógrafa Alina Schessler é uma mestra, quando o assunto é capturar as emoções. Seus temas mais comuns são pessoas, especialmente quando estão “atando os laços”.

Alina nos contou que existem estratégias chave para contar uma história em uma fotografia. Primeiro, evite uma foto encenada – a espontaneidade sempre conta uma história melhor, mesmo que o fotógrafo ajude a criar o clima. “Se uma família está sentada a uma mesa, por exemplo, é uma situação planejada, mas o momento que você fotografa pode ainda assim ser um momento em que você apenas está lá com a família e eles estão se divertindo um com o outro. É encenado, mas é um momento real.”

Alina tem estratégias para criar momentos assim. Por exemplo: ela pede às pessoas para contar segredos umas para as outras, ou que andem, já que o movimento impede que uma imagem pareça dura e planejada.

Um dos elementos principais em uma imagem autêntica, de acordo com Alina, é uma que é impossível de ser fingida – os modelos precisam estar à vontade com seu fotógrafo. “O mais importante, quando o assunto é captar uma história, é a pessoa está confortável com você. Dessa forma, elas podem revelar suas emoções reais.”

Nós temos mais histórias para contar

Se você está interessado em descobrir seu próprio jeito de contar histórias, confira as dicas de alguns dos nossos experts da Adobe e tente criar uma história com o Adobe Spark.

Não perca também nossa galeria do Adobe Stock de imagens que contam histórias. Seja você também um colaborador Adobe Stock e ganhe dinheiro com suas fotos.