Archive for outubro, 2017

Artista em Destaque: Kervin Brisseaux

Kervin Brisseaux já está familiarizado com a Adobe, ele trabalhou previamente com a Adobe como parte da série Faça no Celular. Seus clientes incluíram Nike, Pepsico e Atlantic Records e seu uso brilhante e ousado de cores combinado com ilustrações de ficção científica modernistas tornou-se sua marca registrada num dos mais vibrantes portfólios. Como nosso artista de destaque, conversamos com ele para aprender mais sobre o seu trabalho, sua aceitação sobre os recursos de banco de imagens e o que ele tem preparado para o futuro.

ADOBE STOCK: Você pode nos contar um pouco sobre você e seu histórico artístico?

KERVIN BRISSEAUX: Eu sou um artista e designer de Nova Iorque. Meu histórico acadêmico é em arquitetura e trabalhei brevemente no campo até fazer a transição para a ilustração e publicidade. Atualmente, sou Diretor de Design Associado no www.vault49.com e também tenho a sorte de fazer trabalhos autônomos para alguns clientes incríveis!

AS: Então como você entrou profissionalmente na arte digital?

KB: Comecei a trabalhar como autônomo enquanto ainda estava na graduação em arquitetura, além de na época fazer trabalhos divertidos para vários coletivos de arte. Então, eu sempre fui desenhado (trocadilho intencional) para a ilustração, mesmo antes de fazer a transição em tempo integral para essa indústria alguns anos depois. Cerca de um ano após a graduação, eu consegui um agente e acabei trabalhando para uma variedade de agências de design em Nova Iorque antes de finalmente conseguir um trabalho em tempo integral no Vault49.

AS: Quais são suas percepções sobre as imagens de banco de imagens, e você acha que a percepção está mudando?

KB: Eu acho que a utilidade da imagem de banco de imagens varia de acordo com o contexto. Pessoalmente, eu usei banco de imagens para campanhas comerciais e modelos para ideias. Uma espécie de “prova de fogo” para usar as imagens banco de imagens é, ironicamente, “parece uma imagem de banco de imagens”? O que quero dizer com isso é, por exemplo, como a qualidade dessa imagem se compara a realmente fazer uma sessão fotográfica? A resposta vai depender dos gostos e das necessidades de quem você estiver falando. Eu não sei se essa percepção mudou, mas acho que a acessibilidade do banco de imagens melhorou muito, e isso facilita para os designers, como eu, encontrar as imagens certas que atendem seus critérios.

Arte exclusiva que Kervin criou usando imagens do Adobe Stock

AS: Como você descreve seu estilo?

KB: Eu tendo a brincar com algumas mídias digitais, mas, em última análise, meu estilo tende a ser uma mistura heterogênea de elementos de ficção científica com formas e cores “néon-ácido”. Ao longo dos últimos anos, adaptei esse estilo para criar ilustrações de moda que reproduzam a realidade aumentada usando elementos de fotografia e ilustração.

AS: Onde você encontra sua inspiração?

KB: Eu tendo a ficar MUITO no Tumblr e publicar minhas descobertas em um blog como resultado – www.dechinkos.com. Além disso, estar em Nova Iorque por si só tem sido uma ótima fonte. Há uma variedade de exposições, locais e cenas musicais que você pode ir nesta incrível cidade.

AS: Que música você atualmente ouve enquanto trabalha?

KB: O que eu não escuto seria mais fácil de responder. Eu costumava ser DJ antigamente, então eu definitivamente tenho um acervo profundo de músicas em que eu transito. Meus gêneros favoritos geralmente são: deep house, soul, funk, R&B e hip hop.

Você pode descobrir mais sobre o trabalho de Kervin em seu siteBehance ou Instagram.

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Nos Reconhecendo em Retratos Desconstruídos

Um bom retrato levanta muitas perguntas: o que podemos saber sobre uma pessoa a partir de um momento? Que histórias podem contar um olhar ou um gesto ou um cenário? Mas quando os artistas adicionam uma distorção, brincam com equilíbrio, perspectiva e manipulações digitais, as perguntas ficam ainda mais urgentes e as sensações podem ser desconcertantes. Retratos que quebram as regras nos pedem que pensemos além dos estereótipos enraizados e até mesmo que reconsideremos a própria natureza da verdade.

PIA SCHELE / ADOBE STOCK

Quando um auto-retrato é tudo, menos “auto-retrato”

Cindy Sherman é uma mestra em fotografias ilusórias e que quebram as regras. Ela estreou no mundo da arte em 1980 com seus auto-retratos e, desde então, quanto mais vemos dela, menos sabemos quem ela é. E essa é exatamente a questão – Sherman usa perucas, maquiagem, roupas, próteses e até manipulação digital para criar um Eu camaleônico que faz mais perguntas do que dá respostas. De acordo com o The Guardian, “Ela é uma heroína de Hitchcock, uma Monroe peituda, uma vítima de abuso, uma imagem aterrorizada, um cadáver, um Caravaggio, um Botticelli, uma boneca sexual hermafrodita mutilada, um homem em uma balaclava, uma mulher rica melhorada com cirurgias plásticas, uma cowgirl, um palhaço desesperado e nós mal conseguimos olhar.”

Mas essas múltiplas Shermans não nos enganam – nós sempre soubemos que as imagens são “construídas”. O The New York Times explica: “Suas fotografias são inevitavelmente distorcidas, para que suas suturas fiquem à mostra e que sua natureza fictícia e construída seja aparente. Nós sempre sabemos o truque, conscientes da sua real natureza fingida. Ela é também uma perfeita manipuladora do espaço, escala, cor e padrões têxteis.

Ao manipular suas imagens bem diante dos nossos olhos, Sherman nos incita a questionar os estereótipos em que nós mesmos caímos inconscientemente para entender um retrato – estereótipos sobre mulheres, classe social, sexualidade e mais. Ela até nos faz questionar pretensões principais sobre o relacionamento entre as fotografias e a realidade. O the Guardian explica o seu impacto: “Ela fez fotos de si mesma que eram qualquer coisa, menos auto-retratos, fotos que abalam o conceito de que a câmera nunca mente – a câmera dela sempre mente.

Se a câmera mente, como ficamos nós, os espectadores? São as nossas imagens e as dos outros sempre apenas construídas? Sherman exige que nós lidemos com essa ambiguidade.

Desconstruindo a Fotografia Stock

Quando o assunto é coleções de fotografia stock, pode ser fácil encontrar imagens que dependem de estereótipos e premissas que Sherman destrói, mas nós conversamos com Jared Drace, chefe de serviços de produção da Hex, para descobrir como sua equipe montou uma coleção de fotografias stock que desafiam a composição convencional para desconstruir os estereótipos.

HEX / ADOBE STOCK

“Nós encorajamos nossos fotógrafos a desconstruir as imagens. Nós procuramos por ângulos incomuns e perspectivas diferentes, não só em termos da composição em si, mas também nas histórias que estamos contando”, explica Jared. “Nós amamos imagens que capturam a atenção do espectador. Pequenas mudanças, como descentralizar o objeto, girar a câmera, ou um pequeno deslocamento de enquadramento podem dar um grande efeito e chamar mais atenção para a imagem”.

HEX / ADOBE STOCK

De acordo com Jared, a luz é outro grande fator ao criar imagens que sejam únicas e que capturem a atenção: “Uma das vantagens da fotografia digital é que você não precisa de tanta luz para fazer uma imagem boa. Você pode iluminar o rosto com a tela de um smartphone ou fotografar em um bar com luz fraca sem comprometer o clima com uma iluminação extra ou com um flash.

E criar imagens stock que desafiam estereótipos não depende apenas do tema. As experiências do fotógrafo deixam uma marca na imagem também. A Hex tem um pé na fotografia do mundo da música e na cultura jovem, o que ajudou muito nossos fotógrafos a se tornarem uma espécie de “voz visual” dos menos representados” diz Jared.

HEX / ADOBE STOCK

Nos encontrando na fotografia Stock

Retratos são parte do como nos entendemos (e questionamos) numa cultura saturada de imagens. Então, não é uma surpresa que haja uma enorme categoria deles também em coleções de imagens stock. Só no mês de maio, nós vimos 10.000 buscas por retratos no Fotolia – as categorias mais populares foram as de retratos de mulheres, seguida por famílias e homens. Até cachorros e médicos entraram na lista. Sem dúvida, algumas pessoas estão atrás de imagens mais tradicionais e equilibradas, mas nós achamos que outros vão encontrar um pouco de desequilíbrio. Talvez só suficiente para capturar a atenção e botar as pessoas para pensar.

STUDIO FIRMA / STOCKSY

Leia mais sobre como os artistas quebram as leis do equilíbrio, ângulos e perspectiva para criar um determinado clima, levantar questões e até nos desequilibrar e confira a nossa galeria de composições desequilibradas e aproveite para vender suas fotos para Adobe Stock, a maior comunidade criativa do mundo.

 

3D: O Poder da Luz ao Ar Livre

Já observamos o poder que as luzes 3D têm em ajudar qualquer designer a ter mais controle sobre as cenas internas (veja 3D: O Poder da Iluminação em Ambientes Fechados).Para a segunda parte dessa série, nós veremos esse tópico sobre uma perspectiva ao ar livre.

Como os fotógrafos sabem, o tempo, as condições climáticas e a paisagem implicam no sucesso ou fracasso de qualquer cenário ao ar livre. O brilhante sol do meio-dia, muitas vezes pode resultar em clarões, ou sombras com pouca ou nenhuma definição. Dias nublados podem resultar em uma aparência apagada. Associe esses fatores com a dificuldade de capturar a luz no momento certo do dia, e seu controle sobre qualquer cenário de iluminação externa se torna uma experiência de erros.

Com o Projeto Felix e nossas luzes 3D, disponíveis para licenciamento no Adobe Stock, os designers agora têm a capacidade de controlar a posição do sol e o tom da luz com alguns controles deslizantes fáceis de usar. O poder agora é seu!

Assim como nosso primeiro artigo deste tópico, nós vamos usar o mesmo modelo com diferentes luzes, podendo assim identificar mais facilmente as possibilidades. Bem-vindo ao mundo do 3D – onde um designer pode ousar a sonhar!

A luz sutil do nascer do Sol

O nascer do sol oferece uma luz suave e específica dessa hora do dia. À medida que o sol nasce no horizonte, tons de laranja e amarelo podem ser avistados surgindo no céu. Ao usar uma luz 3D como no telhado de manhã cedo, um designer pode capturar o minuto e os tons quentes encontrados nessas primeiras horas do dia. No nosso exemplo, ao girar a luz, tons de ouro se tornam visíveis nas dobras do tecido e na fronte da estrutura usada como modelo. A superfície refletiva captura partes do cenário circundante enquanto o azul frio é deixado para fluir através da cena. Essa luz funcionaria bem com materiais brilhantes como cobre amassado ou vinil lustroso, e se combinada com plantas verdes exuberantes na varanda de uma casa, poderia dar a qualquer design uma sensação acolhedora e íntima.

Luz sólida do meio dia

No meio de um dia claro, a luz é intensa e brilhante, muitas vezes realçada pela paisagem ao redor. Com essa luz da formação natural das pedras, o modelo 3D mostra ondulações variadas de claro e escuro. Com um pouco de contraste adicionado no Photoshop CC, a profunda luz azul, mais rica que a de um alvorecer, cria um resultado vívido de tirar o ar. Os destaques avermelhados ajudam a enfatizar os pequenos detalhes que, geralmente, não são reconhecíveis. Apenas imagine, se associado com um modelo realista, como esse crânio de vaca, um designer poderia criar uma cena árida e desértica, ou se usado com essa placa de vidro quebrando, um mundo surreal, muitas vezes visto em pinturas surrealistas.

Luz pastel da tarde

A cor da luz no crepúsculo é realmente única. Muitas vezes ondulando entre rosas claros e roxos, uma luz 3D como as colinas dos canyons adiciona uma combinação de cores prazerosa para qualquer design. As nuvens noturnas ajudam a filtrar o que sobrou do sol se pondo enquanto o céu está tingido com tons e matizes incrivelmente vibrantes. Quando associada a um modelo e rotacionada, a luz restante, saltando entre as nuvens, cria um efeito de retrocesso enquanto a prata do busto é realçada com um brilho luminescente. É fácil de imaginar o design de uma linda paisagem usando essa luz – um barco de madeira vazio flutuando em um lago tranquilo ou uma bicicleta antiga estacionada em uma longa doca vazia.

Profunda luz noturna

A noite é sempre a hora mais difícil de capturar. Condições de iluminação escuras podem resultas em cenários abatidos ou objetos mal acesos. Como um designer, encontrar uma forma de capturar esses tons discretos, os roxos, os pretos que bordam um cinza profundo e aquele denso e escuro azul marinho, são sempre uma batalha. Com uma luz 3D como esse heliporto a noite, aquelas estéticas tardias que são tão difíceis de visualizar estão agora na ponta dos seus dedos. O roxo profundo nesse cenário realça cada ponta e curva do modelo, enquanto as pequenas luzes laranja salpicam o cenário com calor e realismo. Imaginando um cenário no fim da noite no telhado com diferentes notas musicais, um agudo símbolo de clave e um ou dois símbolos de clava de baixo flutuando pra cima em direção ao céu aberto, vindos de um toca discos, poderia inspirar qualquer designer a capturar a beleza e magia de um telhado na cidade a noite.

Isso encerra nossa série de duas partes sobre o poder das luzes 3D. Esperamos que tenham gostado! Aproveite para fazer parte da Adobe Stock, a maior comunidade criativa do mundo.

 

 

A Realidade Documental: a captura do dia a dia

Neste artigo vamos abordar a fotografia documental — como ela molda nosso relacionamento com os eventos atuais e uns com os outros. Com câmeras em quase todas as mãos ou bolsos, estamos prontos para captar as notícias assim que elas acontecem, e as mídias sociais nos permitem compartilhar nossas fotos em um instante. Tudo isso significa que esperamos um fluxo constante de imagens da vida real que nos mantenha atualizados sobre o que está acontecendo ao nosso redor.

Isso levanta algumas perguntas muito interessantes: Como viemos a pensar em fotos como fonte de notícias? Como as imagens documentais moldam nossa consciência coletiva e nosso senso moral comum? E como a atual proliferação de imagens da vida real estão impactando as tendências em toda a fotografia, incluindo o universo dos bancos de imagens?

PETER / ADOBE STOCK

Quando o jornalismo se tornou visual

Houve um desenvolvimento tecnológico crítico que tornou possível o fotojornalismo — a câmera de 35 milímetros. Pequenas e rápidas o suficiente para capturar a vida real, não apenas retratos criados, as primeiras câmeras Leica 35mm comercialmente disponíveis chegaram no mercado em meados da década de 1920.

À medida que os fotógrafos começaram a documentar a forma como as pessoas realmente viviam, suas fotografias começaram a moldar uma compreensão compartilhada dos eventos atuais, especialmente das crises. Durante a Grande Depressão, a Administração de Reassentamento do New Deal percebeu o poder das imagens para impactar a opinião pública. Trabalhando para a Administração, Dorthea Lange capturou de forma célebre uma das imagens mais emblemáticas e dolorosas da época, “Migrant Mother” (Mãe Migrante). A fotografia de 1936 mostra uma mãe cuja expressão facial conta a história de sua luta para sobreviver e alimentar seus filhos. De acordo com Lange, ambas as mulheres reconheceram que o ato de fotografar tinha o potencial de reverberar muito além do encontro entre elas:

“Eu não perguntei o seu nome ou sua história. Ela me disse sua idade, que ela tinha trinta e dois. Ela disse que estavam vivendo à base de vegetais congelados dos campos vizinhos, e de pássaros que as crianças matavam. Ela tinha acabado de vender os pneus do seu carro para comprar comida. Ali ela se sentou naquela tenda inclinada, com seus filhos encostados à sua volta, e parecia saber que minhas fotos poderiam ajudá-la, e então ela me ajudou. Havia nisso uma espécie de igualdade”.

Naquele mesmo ano, a Life Magazine foi lançada e se tornou um sucesso instantâneo. Como um dos primeiros periódicos centrados em fotografia, a Life empregou legendas e fotografias vibrantes como uma nova forma de reportagem. Em 1943, enquanto cobria os primeiros dias da Segunda Guerra Mundial, a Life desafiou a proibição do Pentágono contra a publicação de fotografias de soldados mortos, e ganhou. Quando eles passaram a imagem sem precedentes de soldados mortos em combate estendidos sobre a praia de Nova Guiné, eles mudaram para sempre como os americanos experienciavam a guerra de dentro de suas casas.

KANINSTUDIO / ADOBE STOCK

Desde então, o fotojornalismo continuou a produzir as imagens icônicas que todos nós associamos aos principais eventos mundiais. Quando você pensa sobre a Guerra do Vietnã, você deve se lembrar da devastadora e vencedora do prêmio Pulitzer “Napalm Girl” (Menina do Napalm), enquanto que a imagem de Mary Ann Veccio, vencedora do prêmio Pulitzer de 1970, gritando sobre o corpo de um manifestante anti-guerra na Universidade de Kent continua sendo um símbolo permanente dos protestos e confrontos violentos no país. Da mesma forma, a crise atual na Síria pode estar para sempre simbolizada na fotografia desoladora do refugiado sírio afogado de três anos de idade, Aylan Kurdi, cujo corpo foi arrastado à praia pelo mar na Turquia.

As questões éticas por trás da documentação 

Com o tremendo poder dos fotojornalistas para forjar a opinião pública e levar as pessoas à ação, vêm importantes responsabilidades éticas. Por exemplo, a NPR reportou que, na década de 1980, as ONGs que trabalhavam para fornecer ajuda alimentar aos africanos do leste atingidos pela fome foram atacadas pelas imagens em suas campanhas publicitárias. Fotografias de crianças famintas ajudaram a levantar milhões de dólares, mas os críticos argumentaram que os sujeitos foram enquadrados como vítimas incapazes, despojados de sua dignidade e ações. Em vez de “pornografia de pobreza”, a nova geração de imagens de angariação de fundos concentra-se em sujeitos ativos e empoderados.

Conversando com a NPR, Jennifer Lentfer, diretora de comunicações na IDEX, uma organização internacional, sugeriu uma bom princípio básico para os fotógrafos: “Se essa pessoa em uma foto fosse seu sobrinho, seu filho, sua avó, você gostaria que eles aparecessem nesse anúncio? Se a resposta for não, você passou dos limites.”

Nosso apetite pela realidade está crescendo

Desde os primeiros dias do fotojornalismo, esperamos não somente ouvir as notícias, mas também visualizá-las. Hoje, todos, desde jornalistas profissionais até jornalistas cidadãos, estão capturando e compartilhando imagens em tempo quase que real das últimas notícias — desde protestos contra a violência policial à política. Para ajudar os designers a manter o ritmo, estamos formando parceria com a Reuters e o USA TODAY Sports para adicionar imagens editoriais abrangentes das últimas notícias, esportes, negócios, entretenimento e outros mais.

SERGIO MORAES / REUTERS

Pensamos que esse ambiente visual em mudança também está impactando a fotografia de banco de imagens. As pessoas simplesmente esperam imagens autênticas e naturais em todos os estilos de design.

Para Mais Informações:

  • Confira aqui para saber mais sobre a história por trás da imagem “Migrant Mother” de Lange.
  • Saiba sobre a luta da Life Magazine para publicar sua imagem dos soldados mortos, e como a foto foi capturada aqui.
  • Assista um vídeo de Nick Ut descrevendo o dia em que ele tirou a foto “Napalm Girl”.
  • Para saber mais sobre as fotos dos tiroteios da Universidade de Kent, leia aqui.
  • E para uma boa visão geral da história do fotojornalismo, visite o trabalho do Dr. Ross Collins.

 

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Estimulando a Criatividade com a Fotografia de Celular

Dan Tom e Tyson Wheatley são dois dos fotógrafos que se juntaram à viagem à Polinésia Francesa da Adobe Stock e Tiny Atlas Quarterly para fotografar para a coleção Premium. Dan é nascido e criado em São Francisco e Tyson conta que o Brooklyn é a sua casa. Dan é um web designer durante o dia e Tyson faz fotografia e direção criativa. Mas o que eles têm em comum é o amor pela viagem e uma inclinação pela fotografia de celular. Falamos com os dois aventureiros sobre os benefícios de fotografar com o seu celular.

Fase inicial com o Celular

Tyson atribui sua carreira na fotografia de celular. “A fotografia de celular é o meu primeiro amor – é onde eu comecei e é onde eu me sinto mais à vontade. Muito do trabalho que eu faço é no universo do celular, nas mídias sociais, então, para mim, é importante poder capturar e editar uma imagem rapidamente e depois compartilhá-la com o mundo.”

DAN TOM / ADOBE STOCK

Para Dan, fotografar com o celular significa disponibilidade e flexibilidade. “Eu fotografo com o celular porque muitas vezes é o que está mais disponível – às vezes é a única câmera que eu tenho, porque eu não levo minha câmera maior em todos os lugares.” A abordagem de Dan na fotografia é orgânica, e ele nem sempre sai para fotografar algo específico. “Pode ser um pedaço de nuvem maluco, ou apenas as cores da água, vendo como todas essas coisas interagem umas com as outras”, explica Dan. Pelo fato de nem sempre poder antecipar o que vai atrair sua atenção, ter sempre uma câmera à mão na forma de um celular é crucial.

Como viajantes ávidos, essa facilidade contribui muito. “Às vezes, você não quer chamar a atenção como um turista usando uma câmera enorme ou arriscar ter sua câmera roubada – é muito mais fácil ser discreto, o que é útil quando se está fotografando na rua”, Dan compartilha.

Incentivando comunidades

O impacto da fotografia de celular se estende além da conveniência – também desempenhou um papel na construção de conexões. O rápido compartilhamento de informações e imagens contribuiu para o crescimento exponencial das mídias sociais e, por sua vez, deu origem a comunidades de fotografia online. Quando Tyson estava morando no exterior, em Hong Kong, ele cofundou a HK Instayay, o que levou ao primeiro InstaMeet em Hong Kong. “Nunca foi tão fácil compartilhar ou se conectar com as pessoas. Isso me conectou com tantos fotógrafos, pessoas que se tornaram meus mentores, amigos e colegas de trabalho.”

Como viajantes ávidos, essa facilidade contribui muito. “Às vezes, você não quer chamar a atenção como um turista usando uma câmera enorme ou arriscar ter sua câmera roubada – é muito mais fácil ser discreto, o que é útil quando se está fotografando na rua”, Dan compartilha.

 

TYSON / ADOBE STOCK

Nivelando o campo de jogo

A fotografia de celular igualou o campo de jogo para os fotógrafos. Os celulares com câmeras tornaram a fotografia mais acessível do que nunca. Em 2016, a Deloitte Global previu que 2.5 trilhões de fotografias seriam compartilhadas e armazenadas, e mais de 90% dessas imagens seriam tiradas com um telefone celular. Isso também significa que agora há mais fotos sendo tiradas do que nunca, e o cenário nunca foi mais competitivo.

Tyson e Dan têm algumas dicas bem diretas para os fotógrafos de celular iniciantes. “A luz é sua melhor amiga e pior inimiga”, diz Tyson, e acrescenta que um pequeno investimento em equipamentos básicos pode ajudar bastante. “Invista em alguns acessórios simples para o seu celular. Lentes acopláveis, como a Moment. Um tripé compacto, como o Gorillapod, para fazer um time lapse. E, claro, ajuda se você possuir alguns excelentes aplicativos de edição. Eu gosto do Priime, VSCO, Snapseed, TouchRetouch e Adobe Lightroom Mobile “.

No fim do dia, a coisa mais importante é sair e fotografar. Dan incentiva a fotografar o máximo possível – quanto mais você fotografar, mais rapidamente seu olho irá se desenvolver. Afinal, a prática leva à perfeição.

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A Abordagem Criativa para Fotos de Banco de Imagens

As imagens stock geralmente recebem uma má reputação. Mas uma nova geração de fotógrafos de banco de imagens têm dado às empresas acesso a fotos mais autênticas e mais atraentes do que nunca. Aqui estão as dicas de fotógrafos para criar projetos de destaque usando esse tipo de imagens.

A imagem é uma parte essencial do conteúdo da marca. Ela comunica visualmente as histórias que atraem o público e, deste modo, constitui uma base dos negócios. Para a maioria das organizações, o acesso a imagens de qualidade, como fotografias, vem na forma de banco de imagens — uma fonte que muitas vezes recebe uma má reputação.

Um banco de imagens estereotipado é excessivamente artificial e sem emoções. No entanto, uma nova geração de fotógrafos de banco de imagens está contribuindo com fotos mais autênticas e atraentes do que nunca. Eles estão criando imagens poderosas que cativam o público e compartilham mensagens distintas.

Quando chega a hora das empresas usarem esse tipo de material criativamente, quem melhor para dar conselhos do que as pessoas que primeiro trouxeram a foto à vida? Entrevistamos três dos fotógrafos de banco de imagens mais inovadores do negócio. Aqui estão suas dicas para criar projetos de destaque a partir de fotografias prontas.

Equilibre ideias entre mensagem e imagem

Ryan Longnecker, um fotógrafo de paisagem ao ar livre e de viagens de Los Angeles, sugere que os designers selecionem imagens abstratas para acompanhar as mensagens literais na reprodução e vice-versa.

“Quando você tem uma imagem óbvia e a combina com um ponto forte e claro, os dois elementos ou não combinam e conflitam, ou combinam muito bem e competem”, diz ele.

Existe um equilíbrio delicado entre a imagem de um projeto e sua mensagem. Tente combinar imagens mais abstratas com mensagens literais e imagens literais com mensagens abstratas. POR: RYAN LONGNECKER.

O oposto também é verdade. As mensagens com pontos abstratos combinam bem com imagens mais óbvias. “Quando uma imagem é bastante literal e está acompanhada com uma mensagem que é um pouco mais abstrata ou emocional, ela permite que o observador se fixe em algo”, diz Ryan.

Faça experiências com reenquadramento e extensão

“Embora não seja um conceito novo ou emocionante, o reenquadre é uma ferramenta incrivelmente simples e eficaz,” diz Jacob Lund, um fotógrafo de banco de imagens estabelecido em Copenhague. “Você pode realmente mudar a aparência e a impressão de uma imagem experimentando diferentes enquadres.”

Embora não seja uma ideia nova, reenquadrar uma imagem criativamente pode mudar todo o foco e a impressão da foto. POR: JACOB LUND.

Os designers estão acostumados a reenquadrar as imagens para ficarem menores e obter o tamanho e foco que eles precisam para os seus layouts, mas estender uma imagem pode ser igualmente eficaz.

Em vez de reenquadrar uma imagem para ficar mais justa, os designers podem estendê-la deixando mais larga ou alta e criar digitalmente a parte que falta da imagem. “Com ferramentas como o Content Aware Crop do Photoshop, você não precisa mais ser um gênio de edição para estender as fotos de forma criativa”, diz Jacob. “Se o trabalho é mais avançado, geralmente fazemos uma mistura de clonagem e prolongamento de partes existentes da imagem.”

Torne suas as imagens de banco de imagens

As imagens de banco de imagens são mais poderosas quando usadas como base para um projeto de design. Em vez de baixar, arrastar e soltar, os fotógrafos sugerem que os designers combinem recursos múltiplos do banco de imagens para criar artes novas.  

“Eu realmente recomendo trabalhar com métodos clássicos, como cortar as fotos em pedaços, fundir diferentes fotos e estruturas, e brincar com cores, gráficos e tipografia para encontrar novas e belas maneiras de apresentar a imagem,” diz Felix Rachor, um fotógrafo de moda, beleza e celebridades estabelecido em Berlim.

Quando os designers pegam uma imagem de banco de imagens e a modificam para algo novo, eles dão às empresas a oportunidade de compartilhar seu ponto de vista único com os outros, alinhar de forma mais eficaz a imagem de banco de imagens com sua marca e garantir que elas nunca terão a mesma imagem que um concorrente.

Não perca de vista as tendências visuais durante o processo de edição. Por exemplo, as imagens cruas e naturais estão em tendência. Reenquadrar esta foto enfatiza sua aparência e impressão naturais. POR: FELIX RACHOR.

Os fotógrafos de banco de imagens tiram fotos com as últimas tendências visuais em mente. Não perca de vista essas tendências à medida que você edita suas imagens. Aqui estão alguns pontos que nossos especialistas em fotografia sugerem lembrar:

  • O lo-fi (baixa fidelidade) é o novo hi-fi (alta fidelidade). Busque por qualidades cruas em suas imagens.
  • Tenha cuidado com o quanto você retoca a pele. A aparência plástica está fora de moda. O natural é tendência, e menos é mais.
  • Use layouts de estilo colagem para apresentar imagens múltiplas. A justaposição de imagens em vários ângulos pode criar uma experiência de visualização mais interessante do que percorrer slides.
  • O colorido está retornando. Os filtros vintage foram populares nos últimos anos, mas agora há uma demanda por cores vibrantes. Tente aumentar o colorido em suas fotos e criar um poderoso contraste de cores.

O poder do banco de imagens

Os dias em que as imagens de banco de imagens eram sem graça e triviais ficaram para trás. Com fotógrafos criando cada dia mais e mais fotografias únicas, o banco de imagens oferece uma oportunidade para que os designers tenham fácil acesso a uma riqueza de imagens extraordinárias. Com as ferramentas certas e um toque criativo, os designers podem tornar seus esses recursos. Uma imagem do banco de imagens pode ser a base para projetos de negócios impactantes e bem-sucedidos. Saiba como vender suas fotos para a maior comunidade criativa do mundo: Adobe Stock Brasil.