Archive for Fevereiro, 2018

Presos no Limbo: Vida e arte em um mundo intermediário

 

A arte reflete as alegrias e as ansiedades dos tempos, então decidimos nos perguntar o que os artistas millennials têm para nos dizer. Sabemos que eles atingem a maioridade em um mundo politicamente carregado e economicamente incerto. E, como as gerações anteriores, eles querem evitar os erros cometidos por seus pais e avós e mudar o mundo. Mas em uma era de política em rápido movimento e tecnologia de evolução ainda mais rápida, como os millennials deixarão suas marcas?

Vivendo no limbo

Assim que os millennials começaram a crescer, a economia afundou, então suas experiências como adultos até agora são caracterizadas – mais do que qualquer coisa – por uma sensação de incerteza. O New York Times os chamou de “uma geração no limbo”, esperando que a economia se estabilize novamente. Na Inglaterra, o sentimento de incerteza de carreira e financeira tornou-se ainda mais intenso com o voto Brexit do ano passado, quando as gerações mais velhas derrubaram uma forte preferência dos millennials de ficar com a UE.

Enquanto eles esperam que suas perspectivas de carreira melhorem, muitos jovens estão se preparando para empregos sem muito caminho a seguir, vivendo com seus pais e levando mais tempo do que as gerações passadas para alcançar a estabilidade financeira. Quando o The New York Times conversou com jovens estudantes da faculdade sobre a situação, Amy Klein contou-lhes como seus companheiros de classe de Harvard estavam lidando com isso. “Eles estão pensando mais em termos de criar seus próprios tipos de vida que os interessa, ao invés de seguir uma idéia convencional de sucesso e segurança no emprego”, explicou.

Para Amy, isso significou juntar-se a uma banda de punk rock. Para outros significa ser voluntário para encontrar um trabalho significativo, ou explorar seus talentos artísticos. Esperamos que este seja o lado bom das coisas – que millennials com o tempo e a inclinação para cultivar sua criatividade e encontrar suas vozes levem o mundo da arte para novas e inesperadas direções.

Refletindo um zeitgeist fraturado

Claro, encontrar a sua voz não é fácil, e estes são tempos complicados. Considere Eric Yahnkers, cuja arte se baseia na cultura pop para fazer perguntas deliberadamente desconfortáveis ​​sobre racismo, sexismo e elitismo. Eric falou recentemente com a Vice sobre o trabalho dele e o quão difícil é para os millennials e para os da geração X navegarem seus lugares em um momento politicamente carregado:

“O meu trabalho recente centra-se no atual momento neo-progressista sociopolítico, talvez, mais especificamente, um grupo de millennials predominantemente brancos, educados, de classe média a média alta e pessoas da geração X, presos em um limbo confuso de querer juntar-se à batalha pela reforma social e  igualdade, enquanto tentam desesperadamente se livrar do estigma de seus próprios privilégios percebidos e laços ancestrais com uma conduta assustadora. É uma negociação interna que muitas vezes leva a conflitos excessivos de excesso de compensação e ignorância e discriminação inadvertidas “, diz ele.

Em sua arte, Yahnkers coloca ícones populares de cultura pop no contexto dos debates políticos atuais. Por exemplo, seu desenho “Purple Lives Matter” é uma imagem de Prince, montado em uma motocicleta, vestindo seu terno de veludo roxo e seu olhar familiar e misterioso, mas dos dois lados estão policiais segurando-o na mira de armas

“Esta peça foi uma que me deixou um pouco desconfortável”, disse Eric à Vice. “A peça, obviamente, aborda o paradigma “As Vidas dos Negros é Importante” versus “Todas as Vidas são Importantes “, que se tornou um símbolo para identificar detratores da causa, intolerantes abertamente ou enrustidos … O Prince é a tonalidade perfeita de roxo para firmar a mensagem no espaço confuso entre empoderamento e ignorância “.

Se for desconfortável, vire de cabeça para baixo

Entre as tendências criativas que estamos vendo está a recusa dos millennials em deixar o status quo ser inquestionável. Pegue, por exemplo, o novo aplicativo Beme, que permite aos usuários capturar e publicar vídeos curtos – mas eles não podem revisar ou editar os vídeos antes de ficarem públicos. Faz parte de um movimento maior para desconstruir o mundo super crítico da mídia social. Segundo o criador do Beme, Casey Neistat, “a verdade é muito mais interessante do que a ficção a que nos acostumamos”.

Na mesma linha, o Wanted Design criou recentemente uma instalação de arte pop-up, DataCafé.biz, para questionar nosso relacionamento com nossos dados pessoais. Em vez de aceitar que as corporações coletem e vendam informações sobre nós, o Data Café destaca a transação parodiando uma doação de sangue. Os usuários recebem acesso à internet e biscoitos em troca de seus dados, juntamente com um adesivo provocativo que diz: “Eu dei dados hoje”.

Saia do limbo você também e siga caminhos alternativos. Seja um colaborador Adobe Stock, a maior comunidade criativa do mundo!

 

Coleção em Destaque: Retratos Feitos à Mão pelo Foto Sushi

“Uma das percepções negativas a respeito da fotografia stock é que as expressões são desajeitadas ou bobas e inutilizáveis para um designer” diz Jon Anderson, fundador do Foto Sushi. É uma frustração para os designers do mundo todo, inclusive para ele.

Os designers geralmente recebem pedidos de várias versões de um design, seja um banner de divulgação ou uma campanha impressa. Para ter uma aparência coesa, eles precisam de várias imagens de um grupo diverso de pessoas com expressões naturais, com a mesma iluminação e no mesmo estilo de fotografia.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Em seus muitos anos de propaganda e direção criativa e de arte, Jon sempre ficava insatisfeito com a falta de qualidade profissional nas imagens de pessoas que estavam disponíveis nos meios stock. “Existe uma discrepância entre o que as empresas de stock disponibilizam e o que os diretores de arte precisam”, explica Jon. Fotógrafos e curadores abordam as imagens e formas completamente diferentes e, no final, os designers que adquirem essas imagens é que sofrem.

O Foto Sushi nasceu dessa frustração. Jon fundou a agência com o mote “Tratemos nossos parceiros criativos como queremos ser tratados” e criou uma biblioteca de imagens que colocam o designer em primeiro lugar. Como diz o Diretor de Operações Matt Payne, “é sobre oferecer ao designer ferramentas que são fáceis de manipular, ajustar e trabalhar”.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Para suas coleções de retratos, a equipe determinou cinco expressões básicas, indo de um sorriso confiante até uma risada orgulhosa. No set, os modelos são encorajados a criar suas próprias expressões, o que os ajuda a relaxar e geralmente cria imagens mais autênticas. Apesar dos modelos do Foto Sushi variarem em idade, antecedentes e indumentária, o que eles têm em comum é a autenticidade, retoques menos invasivos e uma composição equilibrada e bem iluminada.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Matt assemelha essas imagens a sushis: “Como uma peça de sushi, nossas fotos são cuidadosamente criadas e preparadas para o usuário final. Ao mesmo tempo, um sushi roll pode ser comparado a um set, assim como nossas expressões” Da mesma forma que uma pessoa faminta se acende quando um pedaço de nigiri feito à mão é colocado à sua frente, os designers se encantam pela seleção de retratos belos e meticulosamente produzidos pelo Foto Sushi.

Se inspire nas imagens do Foto Sushi e seja você também um contribuidor  Adobe Stock.

 

Sem luz não há fotografia

A luz é muito importante para o fotógrafo, ajuda a capturar as mais belas paisagens, mas se usada de forma errada, pode muito bem ser um desastre, infelizmente.

Existem alguns tipos de luzes, e o fotógrafo pode muito bem explorá-los para criar e capturar fotos alcançando seu objetivo.

Luz Natural
O Sol, nossa luz natural, pode provocar diferentes tons durante o dia, por exemplo, no amanhecer e no entardecer ele provoca tons quentes (vermelho e laranja). Isso ajuda com o contraste, que não será grande, muito favorável para fotos de paisagens, pôr do sol e o nascer.

A luz natural nos proporciona mais três tipos, a suave, dura e difusa.

A luz suave traz a ideia de fragilidade e delicadeza, também realça os tons claros da pele. A luz dura (maior fonte de luz) pode deixar as fotos esbranquiçadas, mas ajuda quando é precisa dar foco em algo. A difusa é causada pelo nublado do céu, criando assim sombras.

Luz Artificial
Essa traz tons quase predefinidos, as luzes caseiras deixam um amarelado, as fluorescentes, um esverdeado. Já os faróis de carros e postes trazem diferentes intensidades.

O flash deve receber um cuidado, pois quanto mais próximo, mais luz dura e isso resulta em mais pontos brilhantes.

Há também a luz contínua, que não deixa de ser uma luz artificial, mas é um dos equipamentos mais importantes para a fotografia. Ela garante que os ambientes permaneçam iluminados, trazendo assim um melhor resultado. Essa luz costuma ser branca e justamente por isso pode garantir uma iluminação adequada o suficiente.

Seja você também um colaborador Adobe Stock e ganhe dinheiro com suas fotos!

Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo