Archive for Abril, 2018

6 Dicas de Kerning para Seus Logos

1 – Tenha duas versões de tipografias
Ajuda os clientes a verem o seu trabalho em diferentes cenários.

2- Letras inclinadas são ‘diferentonas’
Letras como A, V, Y, W merecem uma atenção melhor e tem muito espaço negativo, fazendo com que o kerning delas seja um pouco menor.

3 – Não crie um kerning todo
Faça sempre o Kerning de cada letra.

4 – Depois crie grupos com três letras
Ver a palavra como um todo vai fazer você perder detalhes importantes.

5 – O espaço entre as palavras é diferente
Aqui não tem regra fixa. O kerning entre as letras vai ser um pouco diferente do das palavras, mas não pense em usar regra de dobro, triplo ou qualquer uma, a única regra é: consiga distinguir uma palavra da outra.

6 – Vire sua palavra de ponta cabeça
Isso quebra os apegos familiares que você tem do trabalho feito.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

6 Princípios de Um Bom Design

1 – Inovação
O popular pensar “fora da caixa” nunca foi tão importante. Nesse mercado competitivo, reinventar a roda é a melhor saída.

2 – Esclarecedor
O seu design precisa dispensar explicações do funcionamento do produto, empresa.

3 – Honestidade
Fale sempre a verdade sobre o seu produto e o primeiro jeito de fazer isso é com um design que fala o real objetivo dele.

4 – Durabilidade
O design que dura anos não se prende ao modismo e nem é afetado com o passar do tempo.

5 – Detalhista
Nada é deixado por acaso. Um espaço negativo, um pixel a mais, uma inclinação, rotação…tudo isso fortalece o design.

6 – Estética
Não só de funcionalidade vive o design, além disso ele precisa ser esteticamente agradável, bonito.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Movimento

A representação de movimento em uma imagem pode ser representada de algumas formas, vamos ver nesse post algumas das principais maneiras. Colocar pessoas em situações onde o movimento parece óbvio é uma boa maneira.


Atletas corredores, ciclistas e motoristas darão a impressão ao espectador de que a cena está em plena ação e dependendo das posições e enquadramentos, dará a impressão de maior ou menor velocidade.

Outra maneira seria usar os recursos de baixa velocidade de sua câmera fotográfica para dar rastros em uma cena, dando ao espectador a real impressão de que a imagem está em movimento.

Nesta imagem, por exemplo, o autor, que provavelmente está em um veículo como um trem, usou o recurso de controlar a velocidade da câmera fotográfica para poder deixar os rastros dos pontos luminosos e conseguir então esse efeito.

Já neste caso, a câmera está parada e quem está em movimentos são os carros que passam em uma avenida ou estrada. Como o tempo de exposição da imagem é relativamente longa os rastros dos pontos luminosos são registrados pelo sensor da câmera, mas o carro, por não ser um ponto luminoso, não é registrado.

Agora divirta-se, seja colocando as pessoas ou objetos em uma ação que dê ao expectador a ideia de ação, ou criando efeitos borrados causados pelas baixas velocidades de sua câmera fotográfica.

Usar recursos de desfoques no processo de pós produção dentro do Photoshop também pode ser uma alternativa para a ideia de movimento.

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Artigo por Rodrigo de Magalhães