Archive for Maio, 2018

Exposição

Como conseguir uma exposição correta e como definir o modo de medição ideal para as suas imagens?

Fazer a leitura de uma luz nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque nossos olhos estão programados para se adequar a qualquer luz a que estivermos expostos. Dessa forma, antes de mais nada, devemos estar atentos a qual luz iremos trabalhar, para que assim possamos tomar as decisões corretas com relação à maneira como iremos usar os recursos do nosso equipamento para termos a imagem perfeita.

Sua câmera, mesmo que não seja uma super câmera, tem recursos para medir a luz a que está exposta, mas o que confunde a maioria dos fotógrafos é que geralmente as DSLR´s e as principais mirrorless que estão disponíveis no mercado, possuem mais de uma maneira de medir a luz. Na maioria dos casos, esses modos de medição são muito semelhantes de uma marca para outra.

De fato, o que muda de um modo para outro é a área do quadro que o fotometro irá medir e assim lhe dar a informação se a sua imagem está clara ou escura. Lembrando que as câmeras fotográficas buscam sempre a referência do Cinza Médio para suas medições. Há modos que medem o quadro todo, geralmente chamados de matricial, fazendo uma “média” de toda a área e se a “média” da sua imagem estiver mais escura que um cinza médio, sua câmera irá apontar que sua foto saíra escura e o inverso também é verdadeiro.

Por outro lado, existem modos que medem a partir de áreas menores ou até mesmo de um único ponto em todo o seu quadro, chamados de “ponderados com predefinição ao centro” ou “pontual”, que medem partes mais restritas de todo o seu quadro. Nesses modos, você deve apontar para o elemento que será a sua referência de medição para fazer a sua leitura.

Não existe um modo “mais profissional” que outro e sim, maneiras diferentes de se medir uma luz refletida para dentro de sua câmera. Porém o que acontece, é que somente conhecer os modos de medição não basta, é preciso entender a forma como cada um desses modos trabalha para que se possa aproveitar o melhor e assim conseguir melhores imagens.

A medição realizada pelo fotometro interno de sua câmera tem uma particularidade importante e explica muito das possibilidades de sua câmera errar ou não ser exata em suas medições. Isso porque a luz medida é sempre a luz refletida dos objetos e não a luz incidente, e faz com que a tonalidade de alguns objetos tenha influência direta na leitura.

Outro ponto é que você pode “enganar” a sua câmera e assim conseguir criar. Eu explico: para fazer uma silhueta, é importante pensar que se você usar a medição pontual e apontar o centro do seu quadro para o modelo, o que acontecerá é que a câmera irá lhe informar que sua foto estará escura e se assim você fizer a correção para que chegue em uma condição zero da sua régua de exposição, sua foto não terá o resultado pretendido, que seria a silhueta. Para isso, você terá que usar uma exposição onde a sua régua de exposição esteja em -3 pontos ou mais para conseguir o resultado pretendido. Claro que você também pode optar em mudar a área que está usando para fazer a sua medição e usar o céu como referência.

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

 

 

 

Tipos de Gestão de Marca

Branding é um processo para desenvolver e ampliar a fidelidade do cliente, aproveitando todas as oportunidade para expressar o porquê das pessoas escolherem aquela marca.

Existem alguns tipos que atendem cada setor do cenário, como por exemplo:

CoBranding
Que é a parceria de duas marcas para aumentar o alcance de ambas.

Digital Branding
Divulgação das estratégias na web, mídias sociais, a otimização do site (SEO) e impulsionamento pela internet.

Personal Branding
Esse é o modo que uma pessoa constrói sua reputação.

Marcas de Causa
Alinha sua marca com uma causa beneficente ou responsabilidade social.

Marcas de País
Os esforços que um país/nação faz para atrais turistas e empresas.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Desmistificando o Pathfinder

Se tem uma coisa que você já fez na sua vida de designer, essa coisa foi sair clicando no itens do Pathfinder para ter o resultado esperado, certo?

Então eu trouxe numerado e explicado o que o cada item da ferramenta faz, vamos lá?

Primeiro, vamos analisar a imagem do painel do Pathfinder:

1 – Unir
Ele une as partes e cria uma forma única

2 – Menos Frente
Ele elimina o elemento que está a frente, excluindo a intersecção

3 – Intersecção
Mantém a intersecção dos elementos e as configurações do elemento frontal

4 – Excluir
Aqui ele exclui a intersecção e cria uma única forma com o restante

5 – Dividir
Ele divide o elemento, incluindo a intersecção

6 e 7 – Aparar
Estes itens dividem e criam elementos com as partes visíveis da forma, ignorando a intercessão

8 – Intersecção
Mantém a intersecção dos elementos e as configurações do elemento traseiro

9 – Esboço
Mantém apenas o stroke dos elementos selecionados

10 – Menos verso
Elimina o elemento que está atrás, excluindo a intersecção

 

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo