Combinando Cores

Pode parecer uma tarefa fácil e que muitos profissionais acabam não dando o devido valor quando se trata de combinar de forma correta as cores em uma imagem.

Para que uma imagem pareça harmônica, onde as cores conversem entre si, ou mesmo que essa imagem cause no espectador a sensação pretendida pelo autor, as cores têm um papel muito importante no processo de idealização.

Confesso que para esse item do meu planejamento para uma imagem, eu inicio meus estudos muito antes mesmo de colocar a mão na câmera fotográfica. A construção de uma imagem vai muito além de simplesmente a ação de clicar.

Uma ótima alternativa é o Adobe Color, ferramenta ideal para descobrir e entender como funciona o processo de combinar as cores dentro do círculo cromático.

Seja em uma combinação análoga, complementar, monocromática ou até mesmo, totalmente customizada, você pode iniciar um processo criativo de combinação de cores utilizando essa ferramenta incrível. Nele é possível ter a referência das cores nos principais modos de cores, utilizados pelos softwares de edição de imagens Photoshop ou Lightroom, como RGB, HSB,  CMYK, LAB ou ainda em valores Hexadecimal.

Uma das combinações mais comuns em produções visuais é o famoso “Teal and Orange”, muito utilizado, principalmente pelo contraste de cores que é criado a partir desta combinação.

Por se tratar de cores opostas no círculo cromático, o T&O causa uma sensação agradável aos olhos dos espectadores, principalmente por ser uma combinação muito fácil de ser encontrada na natureza. Ao acentuar tons alaranjados na pele de uma modelo que está sendo fotografada contra um céu azul, é possível ter a tão cobiçada combinação que vemos em tantos BlockBusters.

E aí, pronto para experimentar essa e outras possibilidades de combinação de cores para as suas imagens?!

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

 

7 Dicas para Fotos Melhores

Com certeza, a pergunta feita por milhares de fotógrafos iniciantes é essa: Como melhorar minhas fotos? Talvez ela possa ser respondida em alguns livros ou em alguns itens de nossa lista, vamos conferir?

1 – Entre na fotografia
Não adianta gostar de fotos da natureza, querer fazer fotos naturais sem ao menos ir no matinho perto da sua casa. Entre em contato. Robert Capa disse uma vez que “Se suas fotos não estão boas, você não está perto o suficiente”.

2 – Use flash no dia
Sério, não é piada. Se o dia está extremamente brilhante e radiante lá fora ele provavelmente criou sombras ásperas, então ligue o flash, assim você força a luz extra e preenche algumas sombras, digamos, feias.

3 – Reduza a velocidade, não avance
Antes de ver a imagem na sua câmera e capturá-la, faça algumas perguntas olhando pra ela: como você vai compor a foto? Zoom ou não? Qual configuração melhor?

4 – Tire fotos todos os dias
Essa com certeza é a melhor maneira de aprimorar tudo o que você faz: a prática. Neste caso tire fotos de qualquer coisa, não importa o quê. Siga seu estilo, sua capacidade e concentre-se nos cliques.

5 – Veja a luz, sempre
Antes de levantar, apontar e fogo, veja de onde a luz vem e tire vantagem disso. Veja se ela destaca a área de foco ou se está criando sombras interessantes.

6 – Sorria para as fotos, mesmo que esteja capturando
Seja feliz com o que captura, leve sua alegria para sua composição.

7 – Leia o manual da câmera
Mesmo que você já tenha uma certa experiência ou comprou equipamento novo, lá você pode encontrar configurações e dicas que você nem imaginava conhecer.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Artista em Destaque: Alice Skinner

Valores feministas x músicas de hip hop misóginas

A marcha do dia 8 de março marca o Dia Internacional da Mulher, uma celebração global das conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres que clamam pela igualdade de gênero.

Para celebrar a ocasião e focar na tendência visual deste mês, Eu Fluído, nós nos juntamos a Alice Skinner, uma das ilustradoras mais importantes de Londres. Nós desafiamos Alice a criar três imagens usando Adobe Stock para celebrar as mulheres em 2018.

Alice defende as mulheres e a igualdade de gênero o ano todo. Seja se manifestando contra o imposto dos produtos de higiene pessoal, como absorventes, no Reino Unido; comentando a misoginia na cultura hip-hop ou empoderando a mulher curvilínea. Não há nada, sinceramente, que a criatividade não possa fazer.

Confira nossa entrevista e seus últimos trabalhos abaixo.

Adobe: Oi, Alice! Nos conte um pouco sobre o que você faz?

Alice: Oie! Eu sou uma ilustradora e artista visual de Londres. Eu crio muitos trabalhos que são guiados pelo meu ativismo e angústia no mundo, no entanto, eu também gosto de injetar um pouco de humor e cores lúdicas nas minhas ilustrações.

A: Qual o conceito por trás das suas peças do Dia Internacional da Mulher para a tendência deste mês “Eu Fluído” ?

AS: É a minha visão de que em 2018, as mulheres podem ser o que quiserem, não há mais moldes sobre o que nós deveríamos ser. Nessas peças, eu estava brincando com a noção das mulheres usando calças. Eu estava pensando sobre o Eu Fluído, sobre roupas e como nós temos o poder de escolher como nos apresentarmos para o mundo. Nós podemos ter nossa própria feminilidade sem esconder nossos lados masculinos, não há binaridade nas roupas. Eu queria que as mulheres fossem grandes e ousadas, ocupando espaços que mulheres, anteriormente, eram desencorajadas a ocupar, dominando as mais altas posições.

Alice Skinner para Adobe Stock

A: Você diria que as mulheres estão mais empoderadas do que nunca em 2018?

AS: Sem dúvida. Eu acho que o clima politico atual, e o fato de muitas mulheres estarem falando sobre problemas sexistas que elas têm que lidar, há uma mudança acontecendo. As coisas estão mudando e somos nós mulheres que estamos fazendo isso acontecer, é um momento muito emocionante de se vivenciar.

A: Como você definiria gênero? As divisões mudaram nos últimos anos?

AS: Eu acredito que o meu próprio entendimento da definição de gênero mudou extremamente nos últimos anos. O mundo está constantemente evoluindo e está claro que nós não podemos mais nos dividir em duas categorias, as coisas não são preto no branco. É ótimo que os diálogos se abriram e estamos nos tornando mais abertos em relação a fluidez entre os gêneros e o desejo das pessoas de se limitar a isso.

Alice Skinner para Adobe Stock

A: Você está trabalhando em algo muito empolgante que pode nos contar?

AS: Meu livro ‘The Revolution Handbook’ (‘Manual da Revolução’) acabou de ser publicado, então eu ainda estou nessa correria…confiram! Eu também vou exibir um trabalho no Festival AWOMEN em Peckham no final do mês e espero exibir mais trabalhos e criar outros livros em 2018. Existem algumas outras coisas em andamento que eu não posso adiantar por agora, mas fiquem ligados!

A: Nos explique seu processo criativo. Como você gerencia seu fluxo de trabalho?

AS: Meu processo criativo geralmente começa com uma ideia que nasce da inspiração ou da minha frustração sobre algo que está acontecendo no Current Affairs. Uma coisa boa de ser uma artista política em 2018 é que eu nunca estou sem ideias…o mundo atualmente é um presente que você continua recebendo! Eu também crio muitas listas que me ajudam a administrar meu fluxo de trabalho, embora se alguém vir os rabiscos nas minhas anotações, vai ficar muito confuso.

A: Você usa os produtos Adobe para editar seus trabalhos? Se sim, como?

AS: Eu normalmente faço o rascunho de tudo à mão com lápis e então passo a limpo com a caneta. Depois disso, eu scanneio no Photoshop e brinco com os diferentes efeitos e cores, até que eu esteja feliz com a peça finalizada.

Alice Skinner para Adobe Stock

A: Qual é seu aplicativo Adobe favorito? Por quê?

AS: Eu tenho que dizer que é o Photoshop. É uma ferramenta inestimável para o meu trabalho, se ele desaparecesse, eu ficaria totalmente perdida. Eu acredito que o Photoshop é uma das ferramentas mais revolucionárias dos nossos tempos e mudou a função do design para sempre.

A: Qual a palavra que te vem a cabeça quando você pensa na Adobe e na Creative Cloud? Por quê?

AS: Infinidade. Há tanto para ser criado e produzido e milhares de caminhos para isso. A Adobe está constantemente crescendo e se expandindo, o que significa que você como usuário, também evolui.

“Se você é imparcial em situações de injustiça, você escolheu o lado do opressor” – Ilustração Alice Skinner

A: Qual conselho você daria para os atuais e os futuros ilustradores?

AS: Desenhe, desenhe, desenhe! Um professor uma vez me disse que desenhar todos os dias é a melhor maneira desenvolver seu estilo e isso é totalmente verdade. Mesmo se for um rabisco rápido ao invés de uma peça finalizada. É algo que eu tento cumprir.

Muito obrigada, Alice, por estar conosco. Siga Alice no Instagram, Twitter ou Behance para ver seu último trabalho e descobrir seus próximos lançamentos.

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Como ter imagens mais vivas em Preto e Branco!

Quando pensamos em preto e branco, logo temos em mente a ideia de imagens com um maior poder de detalhes e informações. Para isso, são necessários alguns cuidados e atenção em certos aspectos.

A imagem em P&B precisa, em primeiro lugar, mostrar contrastes especiais em uma exposição correta.

Para isso, lançar mão do histograma, disponível nos softwares de edição de imagens como Photoshop e Lightroom, pode ser uma ótima alternativa, já que através do histograma podemos ver qual a real latitude (alcance da luz) de uma imagem.

Captura de tela do Lightroom cc2018

Ter a certeza de que uma imagem alcançou tons mais claros, sem deixar de cobrir as áreas mais escuras, fará com que o espectador se envolva, pelo alto nível de informação encontrada na imagem. Porém é necessário lembrar que toda e qualquer textura somente será percebida nas áreas mais próximas dos tons médios. Então o grande segredo é o contraste e se tratando de uma imagem em Preto e Branco, use-o sem moderação!

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Artigo por Rodrigo de Magalhães

 

Imagina diminuir bastante o tempo de algumas tarefas no Photoshop, só com alguns cliques

Isso é feito graça aos centenas de atalhos que o queridinho Ps nos disponibiliza, e hoje eu trouxe 15 comandos que te ajudarão a acelerar seeus jobs.

1 – Movimento de Conteúdo-Consciente

MAC E WINDOWS: Shift + J

Permite que você mova objetos em uma fotografia, e ele preencha inteligentemente as lacunas.

2 – Salvar para web e dispositivos

MAC: Cmd + Shift + Opt + S
WINDOWS: Ctrl + Shift + Alt + S

Salva seu projeto com qualidade para a web.

3 – Feche e vá para Bridge

MAC: Cmd + Shift + W
WINDOWS: Ctrl + Shift + W

Como o nome indica, isso irá fechar seu documento e depois abrir o Adobe Bridge, onde você pode selecionar o próximo arquivo em que deseja trabalhar.

4 – Preencher

MAC: Shift + F5
WINDOWS: Shift + F5

Preenche a seleção com a cor do primeiro plano ou com um padrão selecionado.

5 – Alternar opção de aerógrafo

MAC: Shift + Opt + P
WINDOWS: Shift + Alt + P

Simule a pintura de pulverização com a ferramenta Airbrush.

6 – Inverter seleção

MAC: Cmd + Shift + I
WINDOWS: Ctrl + Shift + I

Selecione objetos em torno de uma imagem pré-selecionada.

7 – Encontre as alças de dimensionamento

MAC: Cmd + T , então Cmd + 0
WINDOWS: Ctrl + T , então Ctrl + 0

Ao colar uma camada ou seleção em uma imagem do Photoshop que é maior do que a imagem atual, pode ser difícil encontrar as alças de dimensionamento.

8 – Selecione os canais individuais

MAC: Cmd + 3 (vermelho), 4 (verde), 5 (azul)
WINDOWS: Ctrl + 3 (vermelho), 4 (verde), 5 (azul)

Selecionar com os Canais do Photoshop torna a remoção de um objeto complexo do fundo muito mais fácil do que usar outras ferramentas.

9 – Ver pixels reais

MAC: Cmd + Opt + 0
WINDOWS: Ctrl + Alt + 0

Visualizar uma imagem no Photoshop em pixels reais te dá a chance de ver cada pixel individualmente – garantindo que seu trabalho seja perfeito.

10 – Renderizar

MAC: Opt + Shift + Cmd + R
WINDOWS: Alt + Shift + Ctrl + R

Use este atalho do Photoshop para criar uma renderização final do seu 3D e crie a versão de qualidade mais alta para saída para web, impressão ou animação.

11 – Mostrar / Ocultar polígonos

Dentro da Seleção

MAC: Opt + Cmd + X
WINDOWS: Alt + Ctrl + X

Revelar tudo

MAC: Opt + Shift + Cmd + X
WINDOWS: Opt + Shift + Ctrl + X

Se você estiver trabalhando com recursos 3D, use esta opção para ver os polígonos que compõem seus modelos 3D.

12 – Alinhar texto para a esquerda / centro / direita

MAC: Cmd + Shift + L / C / R
WINDOWS: Ctrl + Shift + L / C / R

Uma ótima maneira de experimentar o alinhamento do seu texto.

13 – Reseleccione

MAC: Cmd + Shift + D
WINDOWS: Ctrl + Shift + D

Este é um excelente comando para quando você acidentalmente clica longe de uma seção.

14 – Desmarque a partir da área de seleção

MAC: Opt + arraste
WINDOWS: Alt + arraste

Se você precisar desmarcar uma determinada área afiada, aperte essas teclas e arraste o mouse.

15 – Selecione uma cor de uma imagem

MAC: ferramenta Opt + Brush

WINDOWS: Alt + Pincel ferramenta

Ao trabalhar com um pincel do Photoshop, se você quiser provar uma cor de uma imagem, em vez de clicar na ferramenta Eyedropper, mantenha pressionada a tecla Alt ou Opção para alternar temporariamente.

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Artigo por Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Presos no Limbo: Vida e arte em um mundo intermediário

 

A arte reflete as alegrias e as ansiedades dos tempos, então decidimos nos perguntar o que os artistas millennials têm para nos dizer. Sabemos que eles atingem a maioridade em um mundo politicamente carregado e economicamente incerto. E, como as gerações anteriores, eles querem evitar os erros cometidos por seus pais e avós e mudar o mundo. Mas em uma era de política em rápido movimento e tecnologia de evolução ainda mais rápida, como os millennials deixarão suas marcas?

Vivendo no limbo

Assim que os millennials começaram a crescer, a economia afundou, então suas experiências como adultos até agora são caracterizadas – mais do que qualquer coisa – por uma sensação de incerteza. O New York Times os chamou de “uma geração no limbo”, esperando que a economia se estabilize novamente. Na Inglaterra, o sentimento de incerteza de carreira e financeira tornou-se ainda mais intenso com o voto Brexit do ano passado, quando as gerações mais velhas derrubaram uma forte preferência dos millennials de ficar com a UE.

Enquanto eles esperam que suas perspectivas de carreira melhorem, muitos jovens estão se preparando para empregos sem muito caminho a seguir, vivendo com seus pais e levando mais tempo do que as gerações passadas para alcançar a estabilidade financeira. Quando o The New York Times conversou com jovens estudantes da faculdade sobre a situação, Amy Klein contou-lhes como seus companheiros de classe de Harvard estavam lidando com isso. “Eles estão pensando mais em termos de criar seus próprios tipos de vida que os interessa, ao invés de seguir uma idéia convencional de sucesso e segurança no emprego”, explicou.

Para Amy, isso significou juntar-se a uma banda de punk rock. Para outros significa ser voluntário para encontrar um trabalho significativo, ou explorar seus talentos artísticos. Esperamos que este seja o lado bom das coisas – que millennials com o tempo e a inclinação para cultivar sua criatividade e encontrar suas vozes levem o mundo da arte para novas e inesperadas direções.

Refletindo um zeitgeist fraturado

Claro, encontrar a sua voz não é fácil, e estes são tempos complicados. Considere Eric Yahnkers, cuja arte se baseia na cultura pop para fazer perguntas deliberadamente desconfortáveis ​​sobre racismo, sexismo e elitismo. Eric falou recentemente com a Vice sobre o trabalho dele e o quão difícil é para os millennials e para os da geração X navegarem seus lugares em um momento politicamente carregado:

“O meu trabalho recente centra-se no atual momento neo-progressista sociopolítico, talvez, mais especificamente, um grupo de millennials predominantemente brancos, educados, de classe média a média alta e pessoas da geração X, presos em um limbo confuso de querer juntar-se à batalha pela reforma social e  igualdade, enquanto tentam desesperadamente se livrar do estigma de seus próprios privilégios percebidos e laços ancestrais com uma conduta assustadora. É uma negociação interna que muitas vezes leva a conflitos excessivos de excesso de compensação e ignorância e discriminação inadvertidas “, diz ele.

Em sua arte, Yahnkers coloca ícones populares de cultura pop no contexto dos debates políticos atuais. Por exemplo, seu desenho “Purple Lives Matter” é uma imagem de Prince, montado em uma motocicleta, vestindo seu terno de veludo roxo e seu olhar familiar e misterioso, mas dos dois lados estão policiais segurando-o na mira de armas

“Esta peça foi uma que me deixou um pouco desconfortável”, disse Eric à Vice. “A peça, obviamente, aborda o paradigma “As Vidas dos Negros é Importante” versus “Todas as Vidas são Importantes “, que se tornou um símbolo para identificar detratores da causa, intolerantes abertamente ou enrustidos … O Prince é a tonalidade perfeita de roxo para firmar a mensagem no espaço confuso entre empoderamento e ignorância “.

Se for desconfortável, vire de cabeça para baixo

Entre as tendências criativas que estamos vendo está a recusa dos millennials em deixar o status quo ser inquestionável. Pegue, por exemplo, o novo aplicativo Beme, que permite aos usuários capturar e publicar vídeos curtos – mas eles não podem revisar ou editar os vídeos antes de ficarem públicos. Faz parte de um movimento maior para desconstruir o mundo super crítico da mídia social. Segundo o criador do Beme, Casey Neistat, “a verdade é muito mais interessante do que a ficção a que nos acostumamos”.

Na mesma linha, o Wanted Design criou recentemente uma instalação de arte pop-up, DataCafé.biz, para questionar nosso relacionamento com nossos dados pessoais. Em vez de aceitar que as corporações coletem e vendam informações sobre nós, o Data Café destaca a transação parodiando uma doação de sangue. Os usuários recebem acesso à internet e biscoitos em troca de seus dados, juntamente com um adesivo provocativo que diz: “Eu dei dados hoje”.

Saia do limbo você também e siga caminhos alternativos. Seja um colaborador Adobe Stock, a maior comunidade criativa do mundo!

 

Coleção em Destaque: Retratos Feitos à Mão pelo Foto Sushi

“Uma das percepções negativas a respeito da fotografia stock é que as expressões são desajeitadas ou bobas e inutilizáveis para um designer” diz Jon Anderson, fundador do Foto Sushi. É uma frustração para os designers do mundo todo, inclusive para ele.

Os designers geralmente recebem pedidos de várias versões de um design, seja um banner de divulgação ou uma campanha impressa. Para ter uma aparência coesa, eles precisam de várias imagens de um grupo diverso de pessoas com expressões naturais, com a mesma iluminação e no mesmo estilo de fotografia.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Em seus muitos anos de propaganda e direção criativa e de arte, Jon sempre ficava insatisfeito com a falta de qualidade profissional nas imagens de pessoas que estavam disponíveis nos meios stock. “Existe uma discrepância entre o que as empresas de stock disponibilizam e o que os diretores de arte precisam”, explica Jon. Fotógrafos e curadores abordam as imagens e formas completamente diferentes e, no final, os designers que adquirem essas imagens é que sofrem.

O Foto Sushi nasceu dessa frustração. Jon fundou a agência com o mote “Tratemos nossos parceiros criativos como queremos ser tratados” e criou uma biblioteca de imagens que colocam o designer em primeiro lugar. Como diz o Diretor de Operações Matt Payne, “é sobre oferecer ao designer ferramentas que são fáceis de manipular, ajustar e trabalhar”.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Para suas coleções de retratos, a equipe determinou cinco expressões básicas, indo de um sorriso confiante até uma risada orgulhosa. No set, os modelos são encorajados a criar suas próprias expressões, o que os ajuda a relaxar e geralmente cria imagens mais autênticas. Apesar dos modelos do Foto Sushi variarem em idade, antecedentes e indumentária, o que eles têm em comum é a autenticidade, retoques menos invasivos e uma composição equilibrada e bem iluminada.

FOTO SUSHI / ADOBE STOCK

Matt assemelha essas imagens a sushis: “Como uma peça de sushi, nossas fotos são cuidadosamente criadas e preparadas para o usuário final. Ao mesmo tempo, um sushi roll pode ser comparado a um set, assim como nossas expressões” Da mesma forma que uma pessoa faminta se acende quando um pedaço de nigiri feito à mão é colocado à sua frente, os designers se encantam pela seleção de retratos belos e meticulosamente produzidos pelo Foto Sushi.

Se inspire nas imagens do Foto Sushi e seja você também um contribuidor  Adobe Stock.

 

Sem luz não há fotografia

A luz é muito importante para o fotógrafo, ajuda a capturar as mais belas paisagens, mas se usada de forma errada, pode muito bem ser um desastre, infelizmente.

Existem alguns tipos de luzes, e o fotógrafo pode muito bem explorá-los para criar e capturar fotos alcançando seu objetivo.

Luz Natural
O Sol, nossa luz natural, pode provocar diferentes tons durante o dia, por exemplo, no amanhecer e no entardecer ele provoca tons quentes (vermelho e laranja). Isso ajuda com o contraste, que não será grande, muito favorável para fotos de paisagens, pôr do sol e o nascer.

A luz natural nos proporciona mais três tipos, a suave, dura e difusa.

A luz suave traz a ideia de fragilidade e delicadeza, também realça os tons claros da pele. A luz dura (maior fonte de luz) pode deixar as fotos esbranquiçadas, mas ajuda quando é precisa dar foco em algo. A difusa é causada pelo nublado do céu, criando assim sombras.

Luz Artificial
Essa traz tons quase predefinidos, as luzes caseiras deixam um amarelado, as fluorescentes, um esverdeado. Já os faróis de carros e postes trazem diferentes intensidades.

O flash deve receber um cuidado, pois quanto mais próximo, mais luz dura e isso resulta em mais pontos brilhantes.

Há também a luz contínua, que não deixa de ser uma luz artificial, mas é um dos equipamentos mais importantes para a fotografia. Ela garante que os ambientes permaneçam iluminados, trazendo assim um melhor resultado. Essa luz costuma ser branca e justamente por isso pode garantir uma iluminação adequada o suficiente.

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Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Um efeito grain para suas ilustrações

Citar efeitos ou estilos de ilustrações aqui seria o mesmo que listar os episódios dos Simpsons, uma lista imensa cheia da sublistas.

Mas podemos falar um pouco de um efeito que está chamando a atenção no Behance, o Grain (um tipo de textura granulada).

 

E no Illustrator, é muito fácil de fazer só seguir estes passos:

1 – Neste caso, vou utilizar uma ilustração sólida encontrada no Adobe Stock.

2 – Ela está dividida em duas parte, cabeça e corpo do gatinho, cada parte deve receber um gradiente, assim:

Ah e não esqueça de fazer uma cópia do objeto sólido, =).

3 – Agora o efeito em si. Com uma das partes selecionadas, vá até Effect > Texture > Grain.
Você será direcionado a uma tela como essa:

4 – Ajuste o efeito com as ferramentas do canto superior direito. E certifique-se que o tipo de Grain seja o Stippled

5 – Agora repita o passo 3 e 4 para as partes do seu objeto que receberão o efeito. O resultado deve ser semelhante a este:

6 – Sobreponha o objeto sólido, já colorido, com o efeito Grain. A transparência do tipo Color Brum vai deixar um efeito mais aplicado.

7 – Efeito pronto! Agora é brincar com novos objetos e criar uma ilustração única =)

 

Testou o efeito e quer ganhar dinheiro com suas ilustrações? Seja um colaborador Adobe Stock.

Artigo por: Pedro Renan – Quarto Criativo

 

Era uma vez: O Segredos de Como Contar Histórias de Forma Digital

Estamos pensando sobre o poder das fotografias, ilustrações e vídeos pequenos para contar histórias, e como as pessoas podem contar narrativas que capturam a imaginação num espectador digital com uma atenção cada vez seletiva e baixa.

Este mês estamos com fotos, ilustrações e vídeos na cabeça que são muito mais do que só bonitos – eles contam uma história. Narrativas digitais rápidas têm chamado atenção nas nossas vidas cada vez mais saturadas com a mídia, e existem mais meios do que nunca de se contar histórias pessoais e compartilhá-las online.

Mas também há muita informação competindo pela nossa atenção. Isso nos fez perguntar: o que separa o que vemos rapidamente das imagens que nos chamam a atenção, mexem com a nossa curiosidade, capturam nosso olhar e nos impulsionam a passar a história adiante?

A Arte Atemporal de uma Boa História

Para saber mais sobre o que faz uma história digital boa, conversamos com dois dos nossos experts em contar histórias, Brian Nemhauser, diretor de gerenciamento de produto e Ben Matthews, diretor de design. Ben e Brian trabalham com o Adobe Spark, um app gratuito de design gráfico que dá a qualquer um a habilidade de contar histórias criando posts, páginas web e vídeos rapidamente, com uma ajuda básica do design embutida no app.

De acordo com Ben, contar uma história no meio da era digital tem muito a ver com como nos comunicamos ao longo das eras. “As histórias estão aí há centenas de milhares de anos e o poder delas sempre esteve em como elas são contadas e no quão frequentemente são recontadas. Mesmo que a mídia social esteja presente a menos tempo nas nossas vidas, ainda é uma realidade. Quanto mais forte a nossa história – quanto mais visual e mais impactante e quando mais ela é compartilhada e consumida – mais a sua mensagem se espalha.”

Mas hoje é menos provável recontar histórias ancestrais ao redor de uma fogueira do que compartilhar uma imagem ou vídeo viral. Isso significa que existem algumas novas regras que fazem uma história ser atraente. “Primeiro você precisa ser notado, e a forma de fazer isso é visualmente, seja com movimento ou cor ou imagética. De um ponto de vista prático, esse é o primeiro passo”, diz Brian. “A partir daí, você precisa contar uma história. As pessoas se lembram de uma mensagem quando é passada como uma história.”

Boas histórias, não importa como são passadas, capturam as pessoas com um elemento emocional. “Se você está tentando fazer uma conexão pessoal na sua história, use imagens de pessoas. Tanta emoção pode ser passada em uma foto…” – diz Ben. “Depois, ilustrações e ícones ajudam a reforçar ideias e o áudio pode adicionar um elemento extra para costurar tudo.”

Também é importante ser conciso. As pessoas estão sobrecarregadas de informação nos dias de hoje, então, quanto mais rápido você contar sua história, mais pessoas você vai atingir.

A linha de tempo importa também. “É como uma comédia” – diz Brian. “O momento é tudo. Se você quer que algo seja entendido e passado adiante, você precisa lançar sua história no momento certo.” Se a história que você quer contar é sobre política ou sobre um eclipse ou um desastre natural ou sobre o primeiro dia de uma criança na escola, você precisa lançar sua história dentro de horas; não dias ou semanas.

 

O Vídeo como uma tendência em contar histórias digitais

De acordo com Brian e Ben, o vídeo tem se tornado rapidamente um dos mais engajadores tipos de conteúdo, especialmente com o autoplay em mídias sociais. “É um meio que permite o movimento”, diz Ben, “e é uma forma natural de contar uma narrativa.”

As pessoas têm integrado vídeos como plano de fundo, como água em movimento, para criar um clima para histórias que são contadas através de texto ou som. E, já que o vídeo é mudo em feeds sociais, mais designers estão colocando texto sobre vídeo.

Seja honesto e ousado

“Uma das coisas principais quando se trata de contar uma história com que as pessoas vão se importar é ser autêntico”, diz Brian. “Eu acho que passamos do tempo da cópia de marketing. Se você não acredita no que está escrevendo ou dizendo, as pessoas vão saber e não vão querer ouvir.”

Mas não se trata apenas de ser honesto. Você também tem que ser ousado. “É preciso ter coragem para contar uma história”, diz Brian. “Qualquer história pode falhar. Podem fazer chacota dela se acharem que não interessa. Você não pode deixar que isso te impeça de jogar sua história no mundo.”

Felizes para Sempre

Se você está pensando em como contar uma história de forma digital, continue seguindo nosso blog. Saiba como ser um ótimo fotógrafo Stock e faça parte no nosso banco de imagens Adobe Stock.